FACULDADE DE CIENCIAS ADMINISTRATIVAS E TECNOLOGIA
FATEC-RO
ÉTICA E CIDADANIA
Acadêmica: Chalina Santana da Silva Nobre
Porto Velho
2009
BIOÉTICA
Bioética é o estudo transdisciplinar entre biologia, medicina, filosofia (ética) e direito (biodireito) que investiga as condições necessárias para uma administração responsável da vida humana, animal e responsabilidade ambiental. Considera, portanto, questões onde não existe consenso moral como a fertilização in vitro, o aborto, a clonagem, a eutanásia, os transgênicos e as pesquisas com células tronco, bem como a responsabilidade moral de cientistas em suas pesquisas e suas aplicações.
Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Bio%C3%A9tica
METAÉTICA
a) é o estudo dos aspectos lógicos de um discurso ou tratado moral. É o estudo do significado dos termos usados no discurso ético;
b) é o tipo de reflexão que analisa o discurso moral constituindo uma metalinguagem de caráter pretendidamente neutro ou não-normativo.
Mainetti J.A. Bioetica Sistematica. La Plata: Quirón, 1991:69.
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Fonte :http://www.ufrgs.br/bioetica/metaetic.htm
ÉTICA TELEOLÓGICA
Etica Teleologica defendida por autores com ARISTOTELES e uma Élica consequencialista isto significa que a boa ação se deve medir pelas consequencias. Ou seja, a fim da ação é o que determina todo o agir. E o fim último e mais importante é a felicidade. Todos os homens se devem reger por esta finalidade.
Fonte :http://filosoficamentefalando.blogs.sapo.pt/4024.html
O QUE É VIRTUDE?
A virtude é uma capacidade atada a origens transcedentais, em sua expressão conceptual genérica; ligada às propriedades do espiríto é essencial e se manifesta envolvida pelo amor, pela sabedoria , pela ação competente em exercer o respeito ao ser e a prática do bem, pela reflexão que mantém a energia humana em convivio com outras esferas mais abrangentes. LOPES, (p. 76).
ÉTICA DA VIRTUDE
A Ética da virtude ensina que o exercicio continuo de bons hábitos conduz à aquisição da virtude, mesmo que seja àrduo o caminho para conquistá-la. Da mesma forma, o atleta que almeja atingir recordes necessita treinar inumeras vezes, e por longo tempo, antes de alcançar seu intento. Ramos e Arruda (p.72)
A vitude ética diz respeito ao carater. Assim, a medida que cresce o hábito de praticar açoes boas, o caráter da pessoa torna-se mais enriquecido, e ela , mais virtuosa.
PAIDÉIA
Paideia , segundo Werner Jaeger, era o "processo de educação em sua forma verdadeira, a forma natural e genuinamente humana" na Grécia antiga.
Histórico
Inicialmente, a palavra paidéia (de paidos - criança) significava simplesmente "criação de meninos". Mas, como veremos, este significado inicial da palavra está muito longe do elevado sentido que mais tarde adquiriu.
O termo também significa a própria cultura construída a partir da educação. Era o ideal que os gregos cultivavam do mundo, para si e para sua juventude. Uma vez que o governo próprio era muito valorizado pelos gregos, a Paidéia combinava ethos (hábitos) que o fizessem ser digno e bom tanto como governado quanto como governante. O objetivo não era ensinar ofícios, mas sim treinar a liberdade e nobreza. Paidéia também pode ser encarada como o legado deixado de uma geração para outra na sociedade.
Um pedagogo - um escravo, na época - conduzia o jovem, com sua lanterna ilumina(dor)a, até aos centros ou assembléias, onde ocorriam as discussões que envolviam pensamentos críticos, criativos, resgates de cultura, valorização da experiência dos anciãos etc.
Supõe-se que, no processo sócio-histórico, esse mesmo pedagogo libertou-se, talvez de tanto dialogar nos acompanhamentos do jovem até as assembléias, tornando-se um personagem da paidéia, e seu consuma(dor).
Mas, se até então o objectivo fundamental da educação era a formação aristocrática do homem individual como Kalos agathos ("Belo e Bom"), a partir do século V a. C., exige-se algo mais da educação. Para além de formar o homem, a educação deve ainda formar o cidadão. A antiga educação, baseada na ginástica, na música e na gramática deixa de ser suficiente.
É então que o ideal educativo grego aparece como paidéia, formação geral que tem por tarefa construir o homem como homem e como cidadão. Platão define paidéia da seguinte forma "(...) a essência de toda a verdadeira educação ou paidéia é a que dá ao homem o desejo e a ânsia de se tornar um cidadão perfeito e o ensina a mandar e a obedecer, tendo a justiça como fundamento" (cit. in Jaeger, 1995: 147)
Do significado original da palavra paidéia como criação de meninos, o conceito alarga-se para, no século IV a.C., adquirir a forma cristalizada e definitiva com que foi consagrado como ideal educativo da Grécia clássica.
Como diz Jaeger (1995), os gregos deram o nome de paidéia a "todas as formas e criações espirituais e ao tesouro completo da sua tradição, tal como nós o designamos por Bildung ou pela palavra latina, cultura." Daí que, para traduzir o termo paidéia "não se possa evitar o emprego de expressões modernas como civilização, tradição, literatura, ou educação; nenhuma delas coincidindo, porém, com o que os gregos entendiam por paidéia. Cada um daqueles termos se limita a exprimir um aspecto daquele conceito global. Para abranger o campo total do conceito grego, teríamos de empregá-los todos de uma só vez." (Jaeger, 1995: 1).
Na sua abrangência, o conceito de paideia não designa unicamente a técnica própria para, desde cedo, preparar a criança para a vida adulta. A ampliação do conceito fez com que ele passasse também a designar o resultado do processo educativo que se prolonga por toda vida, muito para além dos anos escolares.
A paidéia, vem por isso a significar "cultura entendida no sentido perfectivo que a palavra tem hoje entre nós: o estado de um espírito plenamente desenvolvido, tendo desabrochado todas as suas virtualidades, o do homem tornado verdadeiramente homem" (Marrou, 1966: 158).
Paidéia na atualidade
Mortimer Adler - um filósofo norte-americano - tenta, com sua produção científica, resgatar a paidéia hoje, na nossa contemporaneidade. Ele destaca a importância de ler, estudar e apreender as idéias dos grandes pensadores, e a vida toda, lutou por isso.
Fonte: rigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Kalokagathia
O grego diz, à letra, Kalon te Kagathon, «belo e bom». O Kalos Kagathos era, para os Atenienses dos fins da época arcaica, o jovem que recebera uma educação completa e equilibrada, concretização de um ideal de excelência que pretendia aliar, numa só palavra, a beleza física e moral: a Kalokagathia (perfeição).
CONCEITO DE BEM E MAL
Bem – Designa, em geral, o acordo entre o que uma coisa é com o que ela deve ser. É a atualização das virtualidades inscritas na natureza do ser. Relaciona-se com perfeito e com perfectibilidade. Segundo o Espiritismo, tudo o que está de acordo com a lei de Deus.
Mal – Para a moral, é o contrário de bem. Aceita-se, também, como mal, tudo o que constitui obstáculo ou contradição à perfeição que o homem é capaz de conceber, e, muitas vezes, de desejar. Divide-se em: mal metafísico (imperfeição); mal físico (sofrimento); mal moral ("pecado"). Segundo o Espiritismo, tudo o que não está de acordo com a lei de Deus.
ÉTICA RAZÃO OU EMOÇÃO
Por muito tempo, as emoções foram negligenciadas pela ética. Uma das razões desta negligência é a influência que o pensamento de Kant desempenhou na filosofia prática e continua desempenhando até os nossos dias. Uma ação moralmente boa ensinou Kant, é uma ação racional. Mais exatamente, ela é uma ação realizada simplesmente porque deve ser realizada, enquanto um ato que executamos para satisfazer algum prazer se baseia numa inclinação, portanto não tem qualidade ética.
Por conseguinte, a maior parte da pesquisa no âmbito da ética evitou tocar no tema dos sentimentos.
Thomas Kesselring
http://www.ihu.unisinos.br/uploads/publicacoes/edicoes/1158329200.74pdf.pdf
A Norma Jurídica E A Norma Moral
Entre o direito e a moral existe muita semelhança: daí a dificuldade de se indicar o caráter diferencial do fenômeno jurídico do fenômeno moral. Sendo que a moral é unilateral, no sentido de que a observação de seus preceitos não é exigível de ninguém, a não ser pela própria consciência, enquanto o direito é bilateral e imperativo, porque o comportamento de um é exigido por outro. A moral indica um comportamento obrigatório em relação a outrem, mas não confere ao destinatário de beneficio, ou da ação o poder de exigir o cumprimento deste dever, enquanto no direito o inadimplente pode ser constrangido pelo titular a observar a regra jurídica.
Desta forma o direito, parte da exteriorização da vontade (fase da execução, ou do inicio da execução da vontade, para os motivos, enquanto a moral vai dos motivos à conduta. No direito é necessário haver uma realização objetiva da vontade, ao menos um inicio de execução, sem desconhecer todavia os motivos, enquanto a moral preocupa-se mais com os motivos, com a resolução, podendo inexistir a execução da vontade. A exigibilidade do dever jurídico em contraposição à liberdade do cumprimento do dever moral, constitui nota diferenciada do fenômeno jurídico ético.
http://www.artigonal.com/direito-artigos/notas-sobre-a-norma-juridica-e-a-norma-moral-722118.html.
REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS
ARRUDA Maria Cecilia Coutinho de, Maria do Carmo Witaker, José Maria Rodriguez Ramos fundamentos de ética empresarial e econômica/– 2 ed. – São Paulo: Atlas, 2003.
LOPES, Antonio de Sá/ Etica Profissional – 5 ed. – São Paulo: Atlas, 2004.
segunda-feira, 15 de março de 2010
ARTIGO INCENTIVO AO HÁBITO DA LEITURA
INCENTIVO AO HÁBITO DA LEITURA
Chalina Santana da Silva Nobre*
RESUMO: Este trabalho apresenta elementos do projeto de intervenção que teve como principal objetivo contribuir para o trabalho de reforço escolar com os alunos que foram selecionados por suas professoras com o diagnóstico de dificuldade de aprendizagem em leitura e escrita. Esses alunos reúnem-se na biblioteca com a bibliotecária que se dispõe a realizar esse trabalho com metodologia orientada pedagogicamente pelas professoras que consiste em fazer exercícios de escrita com textos de cartilhas e leitura dos mesmos. Este projeto contribuiu com pesquisa de material didático, liderança de jogos pedagógicos, exibição de vídeos, apresentação de teatro com fantoches e contação de histórias.
PALAVRAS-CHAVES: Leitura, escrita, escola.
1 INTRODUÇÃO
Este trabalho relata o projeto desenvolvido em uma biblioteca com vinte e quatro alunos das turmas do primeiro e segundo ano do ensino fundamental da escola municipal em Porto Velho-RO. Objetivo centrado em desenvolver atividades de incentivo à leitura de forma integrada ao processo de ensino-aprendizagem. A revisão de literatura concentra-se sobre atividades de incentivo a leitura na biblioteca escolar. Apresenta as atividades desenvolvidas com as crianças. Os resultados mostram mudanças do corpo docente referente esses serviços e reconhecem a importância da biblioteca no incentivo da leitura.
Neste trabalho percebe-se uma reflexão aos profissionais de educação envolvidos com a tarefa não só de ensinar, mas de preparar o indivíduo sobre a importância da formação de conceitos de leitura para cidadãos participantes e conscientes de sua atuação na sociedade. Por compreender a oportunidade que o ambiente escolar traz para ensinar a leitura como uma fase formativa do ser humano, que em interação com as demais atividades sociais cria diferentes possibilidades de construção e reconstrução de conceitos sobre as coisas do mundo, acredito que seja uma importante iniciativa, o trabalho de incentivo ao hábito de leitura aos educandos nessa e em outras instituições de ensino. Considerando, o desenvolvimento com a leitura e a escrita que se constitui a partir da natureza e da qualidade da relação que vai se estabelecendo, ao longo do trabalho pedagógico, com o material escrito, seja direta (lendo por si mesmo) ou indiretamente (leitura de outro para si). Nesse sentido, quando pensamos em contribuir com a dificuldade desses alunos relacionada a esse tema, fiquei atenta não somente aos eventos de letramento de que o sujeito participa na escola, mas também ao contexto social, político, cultural e afetivo que permeia as relações deles com a leitura e a escrita.
Em todos os discursos sobre o incentivo a leitura, tenho percebido a preocupação do compromisso da escola que é o principal ambiente de estímulo não só físico como nas relações interpessoais para o desenvolvimento desse trabalho.
É nesse contexto de construção de significados e sistemas simbólicos que se encaixam a leitura e a escrita na realidade da educação brasileira. Acredito que há uma distância grande ainda do ideal que muitos escritores e amantes da leitura almejam e do que os pesquisadores e educadores conhecem felizmente a perspectiva é que os trabalhos realizados nesse contexto tragam mudanças relevantes.
“Mas a escola tem a responsabilidade de ensinar a criança a ler e também despertar lhe o gosto pela leitura. Esta é uma tarefa difícil, mas não impossível.” No
Desenvolver um trabalho como este exige compromisso com a educação com vistas a criar um interesse pela leitura no aluno a partir da integração com os livros e da relação interpessoal na escola.
2 DESENVOLVIMENTO
Na fase do diagnóstico percebi um trabalho de reforço com leitura e escrita feito na biblioteca programado pela direção e orientado pelas professoras, executado pela funcionária que cuidava da biblioteca, notei que a realização das atividades não estimulava o desenvolvimento dos alunos no que diz respeito a este trabalho. Com esta afirmação de acesso em documento eletrônico de De Paula, De Paula & Silveira :
Na pressa de estar em sintonia com as inovações, a Escola desconsidera os processos formadores de aprendizagem, limitando-se a investir na circulação de imagens e deixando de observar a qualidade dos textos que oferece aos seus alunos como fonte de leitura, promovido no seu espaço. Priorizando a substituição do conhecimento por informação, a Escola se descompassa e, sem formar leitores críticos ou incutir o hábito da leitura, prepara mal o cidadão que escreverá o “texto futuro”, que escreverá e perpetuará a nossa história.
Os exercícios de escrita que se limitavam a utilização de repetição de palavras e leitura sem significado para os educandos resultando na falta de atenção, que estavam sendo realizados nesse ambiente escolar e a falta de atividades lúdicas e interessantes que é muito importante nessa fase para o desenvolvimento cognitivo. Destacando a postura da pedagogia social que implica a arte da aproximação, me motivou sobre situações da realidade social, cultural e afetiva do educando. Com esta pauta e baseada em várias leituras, determinei os aspectos que devia destacar, com vistas a desenvolver um trabalho aproximado ao da pedagogia social.
Organizei-me junto ao trabalho de auxílio no horário de reforço com a contrubuição de atividades de leitura como: contação de história, exibição de vídeo de história infantil, monitoramento de jogos e brincadeiras pedagógicos.
Acredito que o leitor não deve ser considerado objeto e sim agente em sua alfabetização a partir do que entendeu da leitura que fez e não só reproduzir signos. Mas dar significados ao que lê e escreve, assim desenvolvendo não somente a capacidade de ler e escrever, mas também de decifrar informações, a escola e o professor são mediadores neste processo.
As atividades foram executadas em parceria com a funcionária da biblioteca, muitas vezes realizamos leitura com produção de texto e também instigando o aluno a procurar textos que encontrasse no acervo, paralelamente, as crianças tiveram oportunidade de exercitarem-se na descoberta da leitura, interagindo, estimulando a imaginação e entrando em contato com o livro, desenvolvendo, assim, o gosto pela leitura. Além disso, trabalhamos em grupo e brincamos com jogos pedagógicos, todas essas atividades incentivam o aluno a ser um leitor crítico que seleciona livros relacionando a leitura com seu cotidiano. Mostrando que as orientações da professora não significam imposições mas direcionamentos, para que eles sintam indepedência na busca do conhecimento e respeito quanto ao trabalho docente.
A idéia central dessas atividades foi a de estimular os alunos ao hábito da leitura. A escola deve ajudar a criança a tornar-se leitor dos textos que circulam no social e não limitá-la à leitura de um texto didático, destinado apenas a ensiná-la a decifrar códigos e regras. O conhecimento com fontes diferentes como livros, revistas, dicionários, etc. e a utilização metódica para obtenção de material bibliográfico são fatores que influenciam o aprendizado nos diversos momentos da vida, em conseqüência outras atividades como feira de leitura e teatro podem ser organizadas a partir da coleta de informações com os próprios alunos.
3 CONCLUSÃO
Acredito ter proporcionado a mensagem de que pode-se mostrar a todos os integrantes das escolas, a importância da leitura na formação de um cidadão. Assim sendo, a biblioteca passou a ser um elo entre alunos e professores, tornando-se uma importante ferramenta de ensino-aprendizagem. O hábito da leitura deve ser estimulado nos primeiros anos de vida escolar. Porém, é impossível negar que a maioria das escolas lamentavelmente ainda não possui infra-estrutura adequada para execução do trabalho de leitura nessa perspectiva, optar pela postura crítico-educativa implica em uma arte da aproximação com o cuidado de manter a relação com um caráter pedagógico aspecto esse encontrado na Instituição onde foi realizado este projeto, tendo proporcionado com direção da equipe gestora pedagógica, na biblioteca um ambiente agradável e estimulador com o trabalho de reforço em leitura e escrita, uma organização da biblioteca que com subsídios como brinquedos pedagógicos e cantinho da leitura contribuem e apóiam o trabalho docente no processo de ensino- aprendizagem.
Durante o desenvolvimento das atividades na biblioteca, observei uma mudança no comportamento dos professores em relação à biblioteca escolar. A biblioteca passou a ser vista não só como um local para aprender com informação só nos livros, mas um espaço agradável para compartilhar e buscar conhecimento não mais como um lugar só para guardar livros. Foi possível verificar a mudança referente aos serviços prestados pela funcionária da biblioteca, onde se destaca o envolvimento desta colaboradora com o processo pedagógico.
Houve, portanto, iniciativa quanto à conscientização da importância da leitura, sendo estas atividades incentivadoras e criativas.
REFERÊNCIAS
ARAÚJO, da Silva Duarte Lusmar, Incentivo a Leitura. Disponível em: http://www.escoladventista.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=72&Itemid=80.
DE PAULA, Elaine; De Paula Giovani; Silveira Gonçalves José Luiz. A Importância da Leitura na Educação Infantil e Séries Iniciais Como Instrumento de Informação, Aprendizagem e Lazer. Disponível em google Acesso em 07 maio 2008.
FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas Técnicas para o Trabalho Científico Elaboração, Formatação e Explicitação das Normas da ABNT.14. ed. Porto Alegre: [s.n], 2006.
ANDRADE, de Isaltina Araci; Blattmann Úrsula, ATIVIDADES DE INCENTIVO À LEITURA EM BIBLIOTECAS ESCOLARES disponível em: Acesso em 02 de junho 2008.
Apêndice
FACULDADE DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E TECNOLOGIA
FATEC - RO
PROJETO DE INTERVENÇÃO
1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO
Escola Municipal de Ensino Fundamental Olavo Pires.
1.1 TÍTULO DO PROJETO
Incentivo ao hábito da leitura.
1.2 ENDEREÇO
Rua Andréa, 5039 - Bairro Aponiã.
1.3 DIREÇÃO
Alzira Barros
1.4 PERÍODO DE EXECUÇÃO
05/09/2008 a 30/09/2008.
2 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA ACADÊMICA
2.1 INSTITUIÇÃO
Faculdade de Ciências Administrativas e Tecnologia – FATEC-RO.
2.2 Curso: Pedagogia
2.3 Habilitação: 6º período
2.4 Docente: Edna Cordeiro
2.5 Acadêmica: Chalina Santana da Silva Nobre
3 DIAGNÓSTICO
3.1 ASPECTOS: FÍSICO E GEOGRÁFICO
A escola encontra-se no bairro da zona norte na cidade de Porto Velho – RO é uma área muito urbanizada, no entorno da escola há iluminação pública, asfalto, calçada, na Rua Andréa que faz esquina com a Av. Calama onde há um semáforo e também há um campo de futebol nas proximidades.
O prédio não é novo, mas está bem conservado é todo murado, com 7 salas de aula que possuem ventiladores e boa iluminação; biblioteca com ar-condicionado, 1 televisão e 2 aparelhos de DVD e amplificador; 1 secretaria que tem ar-condicionado mas está com defeito e também 1ventilador funcionando, 1 computador com impressora, 1 banheiro para os funcionários ; sala da diretoria com 1 ar-condicionado, 1 freezer, 1 geladeira 1 computador e impressora em bom estado de conservação; cozinha com fogão, geladeira e armário; depósito de merenda com 1 freezer; sala de professores com ar-condicionado; banheiros feminino e masculino para os alunos; bebedouro, a maioria está em ótimo estado de conservação e funciona tecnicamente; pátio coberto com mesas de refeitório, vários cartazes com informações e com trabalhos dos alunos.
3.3 ASPECTOS ADMINISTRATIVO, PEDAGÓGICOS E SOCIAIS
O corpo técnico é composto pela diretora, que foi eleita pela comunidade escolar, vice-diretora, supervisoras, orientadores, secretária e auxiliares de secretaria, merendeiras e professores. Os recursos financeiros são administrados pela diretora com a colaboração dos funcionários.
4 JUSTIFICATIVA
Neste trabalho uma reflexão aos profissionais de educação envolvidos com a tarefa não só de ensinar, mas preparar o indivíduo, sobre a importância da formação de conceitos de leitura para cidadãos participantes e conscientes de sua atuação na sociedade. Por compreender a oportunidade que o ambiente escolar traz, para ensinar a leitura como uma fase formativa do ser humano, que em interação com as demais atividades sociais, cria as diferentes possibilidades de construção e reconstrução de conceitos sobre as coisas do mundo e incentivo ao hábito de leitura aos educandos nessa instituição.
4.1 PRINCIPAIS DEMANDAS DO PROJETO
Alunos do ensino fundamental do turno vespertino.
5 FOCO ESTRATÉGICO
Desenvolver atividades relativas à leitura com alunos do1º e 2º ano do ensino fundamental do turno vespertino.
6 OBJETIVOS
6.1 OBJETIVO GERAL
Realizar atividades de incentivo ao hábito da leitura para alunos do 1º e 2º ano do Ensino Fundamental.
6.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Realizar tarefas de reforço com leitura e escrita com os alunos do 1º e 2º ano do ensino Fundamental.
Executar atividades de leitura, como contações de histórias, produção de textos e debates relacionados a estes.
7 RESULTADOS ESPERADOS
Que os 24 alunos do 1º e 2º ano atendidos por este projeto sintam-se motivados a realizarem as atividades escolares e que desenvolvam as capacidades de leitura e escrita.
8 METODOLOGIA
• Auxílio no horário de reforço;
• Contação de história;
• Apresentação de vídeo de história infantil;
• Monitoramento de jogos e brincadeiras.
9 CRONOGRAMA
DATA AÇÃO RECURSO
11/09 a 17/09/08 Atividades de leitura e escrita
18/9/08 Exibição de vídeo e teatro com fantoches
22/09/08 Atividades de leitura e escrita
23/09/08 Atividade com jogos pedagógicos
24/09/08 Atividade de leitura -
26/09/08 Atividade de escrita -
29/09/08 Exibição de vídeo
30/09/08 Atividades de reforço com leitura
REFERÊNCIAS
DE PAULA, Elaine; De Paula Giovani; Silveira Gonçalves José Luiz. A Importância da Leitura na Educação Infantil e Séries Iniciais Como Instrumento de Informação, Aprendizagem e Lazer. Disponível em FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas Técnicas para o Trabalho Científico Elaboração, Formatação e Explicitação das Normas da ABNT.14. ed. Porto Alegre: [s.n], 2006.
PEREIRA, Elinéia Silva, Pereira Luana dos Santos, Monografia Leitura: Produção escrita e conhecimento, 372.4/ S 586 i, Porto Velho. 2006 – FATEC -RO.
Chalina Santana da Silva Nobre*
RESUMO: Este trabalho apresenta elementos do projeto de intervenção que teve como principal objetivo contribuir para o trabalho de reforço escolar com os alunos que foram selecionados por suas professoras com o diagnóstico de dificuldade de aprendizagem em leitura e escrita. Esses alunos reúnem-se na biblioteca com a bibliotecária que se dispõe a realizar esse trabalho com metodologia orientada pedagogicamente pelas professoras que consiste em fazer exercícios de escrita com textos de cartilhas e leitura dos mesmos. Este projeto contribuiu com pesquisa de material didático, liderança de jogos pedagógicos, exibição de vídeos, apresentação de teatro com fantoches e contação de histórias.
PALAVRAS-CHAVES: Leitura, escrita, escola.
1 INTRODUÇÃO
Este trabalho relata o projeto desenvolvido em uma biblioteca com vinte e quatro alunos das turmas do primeiro e segundo ano do ensino fundamental da escola municipal em Porto Velho-RO. Objetivo centrado em desenvolver atividades de incentivo à leitura de forma integrada ao processo de ensino-aprendizagem. A revisão de literatura concentra-se sobre atividades de incentivo a leitura na biblioteca escolar. Apresenta as atividades desenvolvidas com as crianças. Os resultados mostram mudanças do corpo docente referente esses serviços e reconhecem a importância da biblioteca no incentivo da leitura.
Neste trabalho percebe-se uma reflexão aos profissionais de educação envolvidos com a tarefa não só de ensinar, mas de preparar o indivíduo sobre a importância da formação de conceitos de leitura para cidadãos participantes e conscientes de sua atuação na sociedade. Por compreender a oportunidade que o ambiente escolar traz para ensinar a leitura como uma fase formativa do ser humano, que em interação com as demais atividades sociais cria diferentes possibilidades de construção e reconstrução de conceitos sobre as coisas do mundo, acredito que seja uma importante iniciativa, o trabalho de incentivo ao hábito de leitura aos educandos nessa e em outras instituições de ensino. Considerando, o desenvolvimento com a leitura e a escrita que se constitui a partir da natureza e da qualidade da relação que vai se estabelecendo, ao longo do trabalho pedagógico, com o material escrito, seja direta (lendo por si mesmo) ou indiretamente (leitura de outro para si). Nesse sentido, quando pensamos em contribuir com a dificuldade desses alunos relacionada a esse tema, fiquei atenta não somente aos eventos de letramento de que o sujeito participa na escola, mas também ao contexto social, político, cultural e afetivo que permeia as relações deles com a leitura e a escrita.
Em todos os discursos sobre o incentivo a leitura, tenho percebido a preocupação do compromisso da escola que é o principal ambiente de estímulo não só físico como nas relações interpessoais para o desenvolvimento desse trabalho.
É nesse contexto de construção de significados e sistemas simbólicos que se encaixam a leitura e a escrita na realidade da educação brasileira. Acredito que há uma distância grande ainda do ideal que muitos escritores e amantes da leitura almejam e do que os pesquisadores e educadores conhecem felizmente a perspectiva é que os trabalhos realizados nesse contexto tragam mudanças relevantes.
“Mas a escola tem a responsabilidade de ensinar a criança a ler e também despertar lhe o gosto pela leitura. Esta é uma tarefa difícil, mas não impossível.” No
Desenvolver um trabalho como este exige compromisso com a educação com vistas a criar um interesse pela leitura no aluno a partir da integração com os livros e da relação interpessoal na escola.
2 DESENVOLVIMENTO
Na fase do diagnóstico percebi um trabalho de reforço com leitura e escrita feito na biblioteca programado pela direção e orientado pelas professoras, executado pela funcionária que cuidava da biblioteca, notei que a realização das atividades não estimulava o desenvolvimento dos alunos no que diz respeito a este trabalho. Com esta afirmação de acesso em documento eletrônico de De Paula, De Paula & Silveira :
Na pressa de estar em sintonia com as inovações, a Escola desconsidera os processos formadores de aprendizagem, limitando-se a investir na circulação de imagens e deixando de observar a qualidade dos textos que oferece aos seus alunos como fonte de leitura, promovido no seu espaço. Priorizando a substituição do conhecimento por informação, a Escola se descompassa e, sem formar leitores críticos ou incutir o hábito da leitura, prepara mal o cidadão que escreverá o “texto futuro”, que escreverá e perpetuará a nossa história.
Os exercícios de escrita que se limitavam a utilização de repetição de palavras e leitura sem significado para os educandos resultando na falta de atenção, que estavam sendo realizados nesse ambiente escolar e a falta de atividades lúdicas e interessantes que é muito importante nessa fase para o desenvolvimento cognitivo. Destacando a postura da pedagogia social que implica a arte da aproximação, me motivou sobre situações da realidade social, cultural e afetiva do educando. Com esta pauta e baseada em várias leituras, determinei os aspectos que devia destacar, com vistas a desenvolver um trabalho aproximado ao da pedagogia social.
Organizei-me junto ao trabalho de auxílio no horário de reforço com a contrubuição de atividades de leitura como: contação de história, exibição de vídeo de história infantil, monitoramento de jogos e brincadeiras pedagógicos.
Acredito que o leitor não deve ser considerado objeto e sim agente em sua alfabetização a partir do que entendeu da leitura que fez e não só reproduzir signos. Mas dar significados ao que lê e escreve, assim desenvolvendo não somente a capacidade de ler e escrever, mas também de decifrar informações, a escola e o professor são mediadores neste processo.
As atividades foram executadas em parceria com a funcionária da biblioteca, muitas vezes realizamos leitura com produção de texto e também instigando o aluno a procurar textos que encontrasse no acervo, paralelamente, as crianças tiveram oportunidade de exercitarem-se na descoberta da leitura, interagindo, estimulando a imaginação e entrando em contato com o livro, desenvolvendo, assim, o gosto pela leitura. Além disso, trabalhamos em grupo e brincamos com jogos pedagógicos, todas essas atividades incentivam o aluno a ser um leitor crítico que seleciona livros relacionando a leitura com seu cotidiano. Mostrando que as orientações da professora não significam imposições mas direcionamentos, para que eles sintam indepedência na busca do conhecimento e respeito quanto ao trabalho docente.
A idéia central dessas atividades foi a de estimular os alunos ao hábito da leitura. A escola deve ajudar a criança a tornar-se leitor dos textos que circulam no social e não limitá-la à leitura de um texto didático, destinado apenas a ensiná-la a decifrar códigos e regras. O conhecimento com fontes diferentes como livros, revistas, dicionários, etc. e a utilização metódica para obtenção de material bibliográfico são fatores que influenciam o aprendizado nos diversos momentos da vida, em conseqüência outras atividades como feira de leitura e teatro podem ser organizadas a partir da coleta de informações com os próprios alunos.
3 CONCLUSÃO
Acredito ter proporcionado a mensagem de que pode-se mostrar a todos os integrantes das escolas, a importância da leitura na formação de um cidadão. Assim sendo, a biblioteca passou a ser um elo entre alunos e professores, tornando-se uma importante ferramenta de ensino-aprendizagem. O hábito da leitura deve ser estimulado nos primeiros anos de vida escolar. Porém, é impossível negar que a maioria das escolas lamentavelmente ainda não possui infra-estrutura adequada para execução do trabalho de leitura nessa perspectiva, optar pela postura crítico-educativa implica em uma arte da aproximação com o cuidado de manter a relação com um caráter pedagógico aspecto esse encontrado na Instituição onde foi realizado este projeto, tendo proporcionado com direção da equipe gestora pedagógica, na biblioteca um ambiente agradável e estimulador com o trabalho de reforço em leitura e escrita, uma organização da biblioteca que com subsídios como brinquedos pedagógicos e cantinho da leitura contribuem e apóiam o trabalho docente no processo de ensino- aprendizagem.
Durante o desenvolvimento das atividades na biblioteca, observei uma mudança no comportamento dos professores em relação à biblioteca escolar. A biblioteca passou a ser vista não só como um local para aprender com informação só nos livros, mas um espaço agradável para compartilhar e buscar conhecimento não mais como um lugar só para guardar livros. Foi possível verificar a mudança referente aos serviços prestados pela funcionária da biblioteca, onde se destaca o envolvimento desta colaboradora com o processo pedagógico.
Houve, portanto, iniciativa quanto à conscientização da importância da leitura, sendo estas atividades incentivadoras e criativas.
REFERÊNCIAS
ARAÚJO, da Silva Duarte Lusmar, Incentivo a Leitura. Disponível em: http://www.escoladventista.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=72&Itemid=80.
DE PAULA, Elaine; De Paula Giovani; Silveira Gonçalves José Luiz. A Importância da Leitura na Educação Infantil e Séries Iniciais Como Instrumento de Informação, Aprendizagem e Lazer. Disponível em google Acesso em 07 maio 2008.
FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas Técnicas para o Trabalho Científico Elaboração, Formatação e Explicitação das Normas da ABNT.14. ed. Porto Alegre: [s.n], 2006.
ANDRADE, de Isaltina Araci; Blattmann Úrsula, ATIVIDADES DE INCENTIVO À LEITURA EM BIBLIOTECAS ESCOLARES disponível em:
Apêndice
FACULDADE DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E TECNOLOGIA
FATEC - RO
PROJETO DE INTERVENÇÃO
1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO
Escola Municipal de Ensino Fundamental Olavo Pires.
1.1 TÍTULO DO PROJETO
Incentivo ao hábito da leitura.
1.2 ENDEREÇO
Rua Andréa, 5039 - Bairro Aponiã.
1.3 DIREÇÃO
Alzira Barros
1.4 PERÍODO DE EXECUÇÃO
05/09/2008 a 30/09/2008.
2 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA ACADÊMICA
2.1 INSTITUIÇÃO
Faculdade de Ciências Administrativas e Tecnologia – FATEC-RO.
2.2 Curso: Pedagogia
2.3 Habilitação: 6º período
2.4 Docente: Edna Cordeiro
2.5 Acadêmica: Chalina Santana da Silva Nobre
3 DIAGNÓSTICO
3.1 ASPECTOS: FÍSICO E GEOGRÁFICO
A escola encontra-se no bairro da zona norte na cidade de Porto Velho – RO é uma área muito urbanizada, no entorno da escola há iluminação pública, asfalto, calçada, na Rua Andréa que faz esquina com a Av. Calama onde há um semáforo e também há um campo de futebol nas proximidades.
O prédio não é novo, mas está bem conservado é todo murado, com 7 salas de aula que possuem ventiladores e boa iluminação; biblioteca com ar-condicionado, 1 televisão e 2 aparelhos de DVD e amplificador; 1 secretaria que tem ar-condicionado mas está com defeito e também 1ventilador funcionando, 1 computador com impressora, 1 banheiro para os funcionários ; sala da diretoria com 1 ar-condicionado, 1 freezer, 1 geladeira 1 computador e impressora em bom estado de conservação; cozinha com fogão, geladeira e armário; depósito de merenda com 1 freezer; sala de professores com ar-condicionado; banheiros feminino e masculino para os alunos; bebedouro, a maioria está em ótimo estado de conservação e funciona tecnicamente; pátio coberto com mesas de refeitório, vários cartazes com informações e com trabalhos dos alunos.
3.3 ASPECTOS ADMINISTRATIVO, PEDAGÓGICOS E SOCIAIS
O corpo técnico é composto pela diretora, que foi eleita pela comunidade escolar, vice-diretora, supervisoras, orientadores, secretária e auxiliares de secretaria, merendeiras e professores. Os recursos financeiros são administrados pela diretora com a colaboração dos funcionários.
4 JUSTIFICATIVA
Neste trabalho uma reflexão aos profissionais de educação envolvidos com a tarefa não só de ensinar, mas preparar o indivíduo, sobre a importância da formação de conceitos de leitura para cidadãos participantes e conscientes de sua atuação na sociedade. Por compreender a oportunidade que o ambiente escolar traz, para ensinar a leitura como uma fase formativa do ser humano, que em interação com as demais atividades sociais, cria as diferentes possibilidades de construção e reconstrução de conceitos sobre as coisas do mundo e incentivo ao hábito de leitura aos educandos nessa instituição.
4.1 PRINCIPAIS DEMANDAS DO PROJETO
Alunos do ensino fundamental do turno vespertino.
5 FOCO ESTRATÉGICO
Desenvolver atividades relativas à leitura com alunos do1º e 2º ano do ensino fundamental do turno vespertino.
6 OBJETIVOS
6.1 OBJETIVO GERAL
Realizar atividades de incentivo ao hábito da leitura para alunos do 1º e 2º ano do Ensino Fundamental.
6.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Realizar tarefas de reforço com leitura e escrita com os alunos do 1º e 2º ano do ensino Fundamental.
Executar atividades de leitura, como contações de histórias, produção de textos e debates relacionados a estes.
7 RESULTADOS ESPERADOS
Que os 24 alunos do 1º e 2º ano atendidos por este projeto sintam-se motivados a realizarem as atividades escolares e que desenvolvam as capacidades de leitura e escrita.
8 METODOLOGIA
• Auxílio no horário de reforço;
• Contação de história;
• Apresentação de vídeo de história infantil;
• Monitoramento de jogos e brincadeiras.
9 CRONOGRAMA
DATA AÇÃO RECURSO
11/09 a 17/09/08 Atividades de leitura e escrita
18/9/08 Exibição de vídeo e teatro com fantoches
22/09/08 Atividades de leitura e escrita
23/09/08 Atividade com jogos pedagógicos
24/09/08 Atividade de leitura -
26/09/08 Atividade de escrita -
29/09/08 Exibição de vídeo
30/09/08 Atividades de reforço com leitura
REFERÊNCIAS
DE PAULA, Elaine; De Paula Giovani; Silveira Gonçalves José Luiz. A Importância da Leitura na Educação Infantil e Séries Iniciais Como Instrumento de Informação, Aprendizagem e Lazer. Disponível em
PEREIRA, Elinéia Silva, Pereira Luana dos Santos, Monografia Leitura: Produção escrita e conhecimento, 372.4/ S 586 i, Porto Velho. 2006 – FATEC -RO.
sábado, 13 de março de 2010
Resenha= A Bolsa Amarela
O romance de Lygia Bojunga Nunes aparece junto ao público infanto-juvenil assim como, em outras obras dessa autora podemos observar cuidados coma as principais características de obras literárias infantis, como a simplicidade na linguagem, sem torná-la artificial, sendo assim agradável ao leitor de qualquer idade.
Outra importante característica é a ilustração que esse livro traz é significativa e ajuda o leitor imaginar a descrição feita pelo narrador que no caso é a personagem principal a Raquel, sem atrapalhar a conotação dos detalhes, porém alguns leitores de menor idade ou que não são muito familiarizados com a literatura sintam faltam de estímulos visuais como desenhos coloridos e etc. contudo mesmo assim os desenhos que contém no livro conseguem descrever o que a personagem imagina e vive.
Uma história que conta episódios reais como os relacionamentos e conflitos da menina e sua família e os ilusórios como é o caso do galo afonso e da guarda-chuva que moram na bolsa.
É um tema alegre, divertido, cheio de aventuras sem ser pedagógico, pode se dizer então que essa prosa da Lygia traz com ela veiculada esses pontos importantes que seduz o leitor pelo lúdico que aliado às mensagens desafiam o leitor propondo-lhe problemas cujas soluções dependeriam de sua habilidade em jogar, de sua capacidade criativa para dar respostas às situações novas tendo aí o prazer intimamente associado.
Outra importante característica é a ilustração que esse livro traz é significativa e ajuda o leitor imaginar a descrição feita pelo narrador que no caso é a personagem principal a Raquel, sem atrapalhar a conotação dos detalhes, porém alguns leitores de menor idade ou que não são muito familiarizados com a literatura sintam faltam de estímulos visuais como desenhos coloridos e etc. contudo mesmo assim os desenhos que contém no livro conseguem descrever o que a personagem imagina e vive.
Uma história que conta episódios reais como os relacionamentos e conflitos da menina e sua família e os ilusórios como é o caso do galo afonso e da guarda-chuva que moram na bolsa.
É um tema alegre, divertido, cheio de aventuras sem ser pedagógico, pode se dizer então que essa prosa da Lygia traz com ela veiculada esses pontos importantes que seduz o leitor pelo lúdico que aliado às mensagens desafiam o leitor propondo-lhe problemas cujas soluções dependeriam de sua habilidade em jogar, de sua capacidade criativa para dar respostas às situações novas tendo aí o prazer intimamente associado.
sábado, 27 de junho de 2009
Gestão Empresarial
A gestão eficiente e eficaz de um negócio é um fator determinante da sustentabilidade empresarial. O contexto atual globalizado, repleto de mudanças no ambiente externo e interno da empresa, exige dos gestores preparo, conhecimento e habilidades para atuar em situações bastante complexas, adequando-se às necessidades da realidade econômico-cultural brasileira. As disciplinas deste curso apresentam os conceitos essenciais e respectivos mecanismos de desenvolvimento da gestão, preparando pessoas e executivos para o sucesso profissional em ambientes competitivos. O curso também propicia uma interação efetiva entre os participantes, enfatizando a utilização do trabalho em equipe e dos instrumentos de aprendizagem capaz de formar líderes do mais elevado nível profissional.
Objetivo geral
Fornecer aos participantes uma visão sistêmica e abrangente das atividades dos gestores e funções básicas da organização, em nível empresarial, o que permitirá conhecer e analisar as condições de um ambiente empresarial competitivo e seus relacionamentos com o meio ambiente.
Objetivos específicos
• Aprofundar conhecimentos específicos sobre Administração e sua importância na adoção de técnicas que auxiliem a tomada de decisão;
• Refletir e discutir sobre a Teoria e a Prática, proporcionando a troca de experiências referentes às questões profissionais;
• Propiciar uma base conceitual e instrumental em busca de melhores resultados nas diferentes formas de gestão empresarial.
A gestão eficiente e eficaz de um negócio é um fator determinante da sustentabilidade empresarial. O contexto atual globalizado, repleto de mudanças no ambiente externo e interno da empresa, exige dos gestores preparo, conhecimento e habilidades para atuar em situações bastante complexas, adequando-se às necessidades da realidade econômico-cultural brasileira. As disciplinas deste curso apresentam os conceitos essenciais e respectivos mecanismos de desenvolvimento da gestão, preparando pessoas e executivos para o sucesso profissional em ambientes competitivos. O curso também propicia uma interação efetiva entre os participantes, enfatizando a utilização do trabalho em equipe e dos instrumentos de aprendizagem capaz de formar líderes do mais elevado nível profissional.
Objetivo geral
Fornecer aos participantes uma visão sistêmica e abrangente das atividades dos gestores e funções básicas da organização, em nível empresarial, o que permitirá conhecer e analisar as condições de um ambiente empresarial competitivo e seus relacionamentos com o meio ambiente.
Objetivos específicos
• Aprofundar conhecimentos específicos sobre Administração e sua importância na adoção de técnicas que auxiliem a tomada de decisão;
• Refletir e discutir sobre a Teoria e a Prática, proporcionando a troca de experiências referentes às questões profissionais;
• Propiciar uma base conceitual e instrumental em busca de melhores resultados nas diferentes formas de gestão empresarial.
Curso: PEDAGOGIA
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Coordenação: PEDAGOGIA Período : 7º
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Disciplina:Planejamento Educacional Código PED-030
Carga Horária : 80 horas Validade: desde 2006.1
Pré-Requisito:
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Ementa:
Conceituação de Planejamento nos diferentes enfoques. Histórico do planejamento. O papel do Estado no planejamento: Fatores-econômicos - sociais e o planejamento da Educação. Elaboração, Execução, controle e avaliação do plano educacional. Considerações sobre o planejamento da Educação no Brasil num intercâmbio com outros países. Burocracia, eficiência e a teoria organizacional. Planejamento Educacional, projeto - político pedagógico e gestão escolar.
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Objetivos Gerais:
Levar o educando a ampliar o campo de visão sobre o planejamento como princípio para uma prática pedagógica democrática e a construção de novas teorias para a educação.
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Conteúdo Programático
Conceituação de planejamento nos diferentes enfoques tais como: Planejamento pedagógico e empresarial.
Planejamento: Processo de globalização, interdisciplinaridade e integração curriculares.
O planejamento como ponto de partida para uma pedagogia de projetos hoje.
A historia do planejamento origens e concepções
A literatura sobre planejamento e as contribuições da sociologia e da filosofia da educação
A Escola do ponto vista do planejamento no contexto da educação básica.
O papel do Estado no planejamento.
O planejamento e os fatores econômicos e sociais - implicações em resultados.
O planejamento em educação: perspectivas.
O planejamento como processo de elaboração: constituintes e constituídos.
Execução do planejamento: uma prática educativa em vigência.
Como organizar e controlar ações de planejamento.
Avaliação do planejamento em curso.
Avaliação e perspectivas de resultados.
O planejamento educacional no Brasil - perspectivas e tendências vinculadas a outros países.
Fundamentos do planejamento educacional no Brasil e em outros países.
Processo de elaboração de planos a partir da realidade da escola
O marco referencial e seus desdobramentos
Como proceder ao diagnostico: pesquisa e juízo.
A programação: como construir indicativos e ações para resolver um problema na escola.
Constituição de planos globais de curto e médio prazo na escola: como proceder?
Critérios pra elaboração, execução e avaliação participativa de planos.
Trabalho na escola/comunidade na elaboração de planos educacionais.
Trabalho na escola na perspectiva da participação no planejamento educacional.
O plano na sala de aula: confecção a partir da observação na sala de aula.
A necessidade dos planos administrativos e setoriais.
O planejamento e a organização como fatores de homogeneização e identidade.
Práticas de projetos na escola - uma nova aprendizagem.
Temas transversais/polêmicos - como trabalhar a partir do planejamento.
Projeto político pedagógico - o que è? Como se faz?
Concepções sobre o projeto político – pedagógico como uma referencia que nasceu a partir da necessidade do planejamento na escola.
P.P.P: Dimensões e entraves no processo de construção.
Gestão Escolar: Como a escola se organiza a partir da sua realidade e da suas necessidades.
A gestão escolar democrática: Uma proposta para um projeto político pedagógico
Apresentação de resultados a partir das intervenções feitas na construção do P.P.P. na escola.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
Metodologia
As atividades de sala de aula serão desenvolvidas através de aulas expositivas, palestras, debates, seminários, pesquisa bibliográfica, trabalhos em grupo,
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
Bibliografia Básica
BORDENAVE, Juan Díaz; PEREIRA, Adair Martins. Estratégias de Ensino-Aprendizagem. 26. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2005.
KUENZER, Acácia Zeneida; CALAZANS, Maria Julieta Costa e GARCIA,Walter. Planejamento Educacional no Brasil. 6 ed. São Paulo: Cortez, 2003
Bibliografia Complementar
LUCK, Heloísa. A Escola Participativa: O Trabalho do Gestor Escolar. Rio de Janeiro: Vozes, 2005.
OLIVEIRA, Dalila Andrade (Org.). Gestão Democrática da Educação. 6 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2002
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Coordenação: PEDAGOGIA Período : 7º
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Disciplina:Planejamento Educacional Código PED-030
Carga Horária : 80 horas Validade: desde 2006.1
Pré-Requisito:
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Ementa:
Conceituação de Planejamento nos diferentes enfoques. Histórico do planejamento. O papel do Estado no planejamento: Fatores-econômicos - sociais e o planejamento da Educação. Elaboração, Execução, controle e avaliação do plano educacional. Considerações sobre o planejamento da Educação no Brasil num intercâmbio com outros países. Burocracia, eficiência e a teoria organizacional. Planejamento Educacional, projeto - político pedagógico e gestão escolar.
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Objetivos Gerais:
Levar o educando a ampliar o campo de visão sobre o planejamento como princípio para uma prática pedagógica democrática e a construção de novas teorias para a educação.
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Conteúdo Programático
Conceituação de planejamento nos diferentes enfoques tais como: Planejamento pedagógico e empresarial.
Planejamento: Processo de globalização, interdisciplinaridade e integração curriculares.
O planejamento como ponto de partida para uma pedagogia de projetos hoje.
A historia do planejamento origens e concepções
A literatura sobre planejamento e as contribuições da sociologia e da filosofia da educação
A Escola do ponto vista do planejamento no contexto da educação básica.
O papel do Estado no planejamento.
O planejamento e os fatores econômicos e sociais - implicações em resultados.
O planejamento em educação: perspectivas.
O planejamento como processo de elaboração: constituintes e constituídos.
Execução do planejamento: uma prática educativa em vigência.
Como organizar e controlar ações de planejamento.
Avaliação do planejamento em curso.
Avaliação e perspectivas de resultados.
O planejamento educacional no Brasil - perspectivas e tendências vinculadas a outros países.
Fundamentos do planejamento educacional no Brasil e em outros países.
Processo de elaboração de planos a partir da realidade da escola
O marco referencial e seus desdobramentos
Como proceder ao diagnostico: pesquisa e juízo.
A programação: como construir indicativos e ações para resolver um problema na escola.
Constituição de planos globais de curto e médio prazo na escola: como proceder?
Critérios pra elaboração, execução e avaliação participativa de planos.
Trabalho na escola/comunidade na elaboração de planos educacionais.
Trabalho na escola na perspectiva da participação no planejamento educacional.
O plano na sala de aula: confecção a partir da observação na sala de aula.
A necessidade dos planos administrativos e setoriais.
O planejamento e a organização como fatores de homogeneização e identidade.
Práticas de projetos na escola - uma nova aprendizagem.
Temas transversais/polêmicos - como trabalhar a partir do planejamento.
Projeto político pedagógico - o que è? Como se faz?
Concepções sobre o projeto político – pedagógico como uma referencia que nasceu a partir da necessidade do planejamento na escola.
P.P.P: Dimensões e entraves no processo de construção.
Gestão Escolar: Como a escola se organiza a partir da sua realidade e da suas necessidades.
A gestão escolar democrática: Uma proposta para um projeto político pedagógico
Apresentação de resultados a partir das intervenções feitas na construção do P.P.P. na escola.
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Metodologia
As atividades de sala de aula serão desenvolvidas através de aulas expositivas, palestras, debates, seminários, pesquisa bibliográfica, trabalhos em grupo,
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Bibliografia Básica
BORDENAVE, Juan Díaz; PEREIRA, Adair Martins. Estratégias de Ensino-Aprendizagem. 26. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2005.
KUENZER, Acácia Zeneida; CALAZANS, Maria Julieta Costa e GARCIA,Walter. Planejamento Educacional no Brasil. 6 ed. São Paulo: Cortez, 2003
Bibliografia Complementar
LUCK, Heloísa. A Escola Participativa: O Trabalho do Gestor Escolar. Rio de Janeiro: Vozes, 2005.
OLIVEIRA, Dalila Andrade (Org.). Gestão Democrática da Educação. 6 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2002
PLANO DE AULA
FACULDADE DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E DE TECNOLOGIA
FATEC-RO
TEMA: PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
SÉRIE/ANO: 7º PERÍODO DE PEDAGOGIA
OBJETIVO GERAL:
Conscientizar os acadêmicos sobre a importância do planejamento;
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Desenvolver uma dramatização que simule uma situação sobre o planejamento escolar.
CONTEÚDO:
PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
Podemos definir planejamento educacional como o caminho para execução de um currículo escolar, ou seja, é ele que direciona as atividades de acordo com as necessidades e possibilidades do educando e da comunidade.
Para isso precisa-se fazer o planejamento curricular que é a forma de colocar em ação o planejamento educacional, considerando e delimitando os objetivos dos diversos graus de ensino.
O planejamento de ensino indica a atividade direcional, metódica e sistematizada que será empreendida pelo professor junto a seus alunos, em busca de propósitos definidos, ou seja, é um nível mais especifico de execução do planejamento curricular.
O planejamento de curso é a previsão do que melhor se possa fazer no setor de currículo, durante um período letivo, a fim de executar o planejamento curricular de maneira eficiente e com sentido de continuidade.
O planejamento de unidade representa a previsão mais detalhada e precisa do que é o planejamento de curso, de todas as atividades e recursos necessários para a definição de unidade de programa de uma atividade por meio do processo ensino-aprendizagem. As unidades não são mais do que unidades de aprendizagem, isto é, conjuntos de fatos, dados ou comportamentos inter-relacionados.
O plano de aula é um projeto de atividade. Destina-se a indicar elementos concretos de realização da unidade didática e, consequentemente, o plano de curso.
O planejamento de aula serve para o professor refletir e sistematizar o que irá executar em sala de aula para que não ocorra uma simples improvisação.
HIERARQUIA E RELACIONAMENTO DOS PLANEJAMENTOS
Na esfera educacional o processo de planejamento ocorre em diversos níveis, segundo a magnitude da ação que se tem em vista realizar.
O planejamento educacional é o mais amplo, geral e abrangente. Prevê a estruturação e o funcionamento da totalidade dos sistema educacional. Determina as diretrizes da política nacional de educação.
A seguir, temos o planejamento curricular, que está intimamente relacionado às prioridades assentadas no planejamento educacional. sua função é traduzir, em termos mais próximos e concretos, as linhas-mestras de ação delineadas no planejamento imediatamente superior, através de seus objetivos e metas. Constitui o esquema normativo que serve de base para definir e particularizar a linha de ação proposta pela escola. Permite a interrelação entre a escola e a comunidade.
Logo após, temos o planejamento de ensino, que parte sempre de pontos referenciais estabelecidos no planejamento curricular. Temos, em essência, neste tipo de planejamento, dimensões:
• filosófica, que explicita os objetivos da escola;
• psicológica, que indica a fase de desenvolvimento do aluno, suas possibilidades e interesses;
• social, que expressa as características do contexto sócio-econômico-cultural do aluno e suas exigências.
Este detalhamento é feito tendo em vista o processo ensino-aprendizagem.
Assim, chegamos ao nível mais elementar e próximo da ação educativa. É através dele que, em relação ao aluno:
• prevemos mudanças comportamentais e aprendizagem de elementos básicos;
• propomos aprendizagens a partir de experiências anteriores e de suas reais possibilidades;
• estimulamos a integração das diversas áreas de estudo.
Como vemos, o planejamento tem níveis distintos de abrangência; no entanto, cada nível tem bem definido e delimitado o seu universo. Sabemos que um nível particulariza - um ou vários - aspectos delineados no nível antecedente, especificando com maior precisão as decisões tomadas em relação a determinados eventos da ação educativa.
A linha de relacionamento se evidencia, então, através de escalões de complexidade decrescente, exigindo sempre um alto grau de coerência e subordinação na determinação dos objetivos almejados.
METODOLOGIA:
Aula expositiva e dramatização.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Livros de didática;
Conteúdos pesquisados;
Pincel para quadro;
A voz.
AVALIAÇÃO:
A avaliação será feita através de perguntas do grupo à turma sobre o conteúdo de forma oral.
PLANO DE ENSINO
DADOS DA DISCIPLINA
Curso: Administração
Nome da Disciplina: Sistemas Comunicação e Expressão Ano: 2009
Termo: 1°
Carga Horária: 60 h
Docente Responsável: Nelson Nobre
EMENTA:
Processo de leitura : exploratória, seletiva, reflexiva e interpretativa. Leitura e pseudo-leitura.
Elaboração de textos e estruturas gramaticais. A utilização de registros adequados a partir da correta expressão lingüística. Redação técnica e oficial.
OBJETIVOS GERAIS: Desenvolver no aluno a capacidade de expressão escrita por meio da prática de produção textual.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1. Teoria da Comunicação.
2. Técnicas de Comunicação.
3. Comunicação e Expressão Oral.
4. A Comunicação e o profissional de Administração.
5. A Comunicação na área do Comércio Exterior (relação com línguas estrangeiras)
6. Teoria do texto.
7. Estrutura do texto.
8. Produção Textual – Técnicas de Redação (Narração e Dissertação).
9. Coerência e Coesão Textual.
10. Discurso e Argumentação.
11. Redação Empresarial.
12. Estruturas gramaticais.
13. Leitura de dois livros (escolhidos pelos alunos e apresentados (oralmente) para a turma.
ESTRATÉGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM (METODOLOGIAS DE SALA DE AULA):
Aulas expositivas, discussão de textos, apresentação de seminários.
AVALIAÇÃO:
RECURSOS NECESSÁRIOS:
Pincel de quadro, projetor de multimídia, livros.
BIBLIOGRAFIA: BÁSICA; COMPLEMENTAR:
FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas técnicas para o Trabalho Científico: Elaboração, Formatação e Explicitação das Normas da ABNT. 14 ed. Porto Alegre: [s.n.], 2006.
PLANO DE CURSO
Objetivos Gerais:
• Desenvolver o hábito da leitura e da escrita;
• Desenvolver a imaginação e a criatividade;
• Despertar o prazer pela leitura e pela produção de textos de diferentes gêneros;
• Proporcionar momentos de lazer, diversão, entretenimento e valorização da arte.
Objetivos Específicos:
• Recitar poemas;
• Dramatizar textos;
• Ouvir, ler, cantar músicas;
• Ler, interpretar e produzir textos em gera, inclusive, cordéis e jornais murais;
• Realizar estudos dirigido.
Conteúdos significativos:
• Leitura, interpretação e produção de textos;
• Estudo comparativo da gramática através dos textos;
• Linguagem verbal, não – verbal e mista;
• Elementos e funções da comunicação;
• Analise fonológica [fonema, letra, sílaba, divisão silábica];
• Ortografia;
• Acentuação gráfica;
• Pontuação;
• Concordância e regência adequadas ao nível do aluno.
Público-alvo:
Os alunos do 4º e 5º ano do ensino fundamental do turno vespertino .
Estratégias:
Apresentação de trabalhos individuais e coletivos em sala de aula; leitura, interpretação e produção de textos; recitação de poemas; dramatização de textos e canto; estudo dirigido; pesquisas; execução de exercícios escritos no caderno e no quadro.
Metodologia:
O método a ser aplicado partirá da construção do conhecimento através da leitura, pesquisa e produção de textos bem como da apresentação de trabalhos escritos e orais, individuais e coletivos pelos alunos.
Recursos:
CD player, Cds de áudio, Dvd, letras de músicas, poemas, textos em geral, folhas brancas, folhas pautadas, cartolinas, pincéis atômicos, livros didáticos, dicionários, enciclopédias, livros de literatura infanto-juvenil, cordéis.
Avaliação:
Através da observação em relação ao interesse, à participação, ao desempenho, aos trabalhos produzidos oralmente ou por escrito, individuais ou coletivos e às provas escritas e orais.
Cronograma:
Ano letivo 2009.
Observação:
A concretização deste plano de curso dependerá de recursos para ser colocado em prática e da motivação adequada dos alunos.
Bibliografia:
Almanaque Abril. Enciclopédia de atualidades 2006. Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais:
Língua portuguesa/ Secretaria de Educação Fundamental – Brasília: 1997.
Cabral, Isabel Cristina Martelli. Palavra aberta – 5ª série: Ensino Fundamental / Isabel Cabral. – 2ª ed. ver. E atual – São Paulo: Atual, 2000.
Cabral, Isabel Cristina Martelli. Palavra aberta – 6ª série: Ensino Fundamental / Isabel Cabral. – 2ª ed. ver. E atual – São Paulo: Atual, 2000.
http://geocities.yahoo.com.br/leitura.
PLANO DE UNIDADE:
Refere-se às unidades que no contexto da disciplina formam um todo; ex. na matéria Informática temos como unidade :
Técnicas de Programação, Linguagens de Programação, Formação de Arquivos um todo completo formado pôr 3 tópicos básicos;
Unidade: Informática Carga Horária : 12 horas
Objetivos Específicos Conteúdo Estratégia de Ensino Recursos de Ensino e bibliografia Avaliação
Orientar para o uso de metodologias de sistemas Teoria e exercícios voltados a técnica de desenvolvimento de sistemas Utilização de casos reais Apostilas
Transparências
Vídeos Trabalhos
Provas
Exercícios de classe
FACULDADE DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E DE TECNOLOGIA
FATEC-RO
PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
Chalina Nobre
Leonilson Bittencourt
Marco Souza
Elisângela Brizard
Porto Velho
2009
FACULDADE DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E DE TECNOLOGIA
FATEC-RO
TEMA: PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
SÉRIE/ANO: 7º PERÍODO DE PEDAGOGIA
OBJETIVO GERAL:
Conscientizar os acadêmicos sobre a importância do planejamento;
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Desenvolver uma dramatização que simule uma situação sobre o planejamento escolar.
CONTEÚDO:
PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
Podemos definir planejamento educacional como o caminho para execução de um currículo escolar, ou seja, é ele que direciona as atividades de acordo com as necessidades e possibilidades do educando e da comunidade.
Para isso precisa-se fazer o planejamento curricular que é a forma de colocar em ação o planejamento educacional, considerando e delimitando os objetivos dos diversos graus de ensino.
O planejamento de ensino indica a atividade direcional, metódica e sistematizada que será empreendida pelo professor junto a seus alunos, em busca de propósitos definidos, ou seja, é um nível mais especifico de execução do planejamento curricular.
O planejamento de curso é a previsão do que melhor se possa fazer no setor de currículo, durante um período letivo, a fim de executar o planejamento curricular de maneira eficiente e com sentido de continuidade.
O planejamento de unidade representa a previsão mais detalhada e precisa do que é o planejamento de curso, de todas as atividades e recursos necessários para a definição de unidade de programa de uma atividade por meio do processo ensino-aprendizagem. As unidades não são mais do que unidades de aprendizagem, isto é, conjuntos de fatos, dados ou comportamentos inter-relacionados.
O plano de aula é um projeto de atividade. Destina-se a indicar elementos concretos de realização da unidade didática e, consequentemente, o plano de curso.
O planejamento de aula serve para o professor refletir e sistematizar o que irá executar em sala de aula para que não ocorra uma simples improvisação.
HIERARQUIA E RELACIONAMENTO DOS PLANEJAMENTOS
Na esfera educacional o processo de planejamento ocorre em diversos níveis, segundo a magnitude da ação que se tem em vista realizar.
O planejamento educacional é o mais amplo, geral e abrangente. Prevê a estruturação e o funcionamento da totalidade dos sistema educacional. Determina as diretrizes da política nacional de educação.
A seguir, temos o planejamento curricular, que está intimamente relacionado às prioridades assentadas no planejamento educacional. sua função é traduzir, em termos mais próximos e concretos, as linhas-mestras de ação delineadas no planejamento imediatamente superior, através de seus objetivos e metas. Constitui o esquema normativo que serve de base para definir e particularizar a linha de ação proposta pela escola. Permite a interrelação entre a escola e a comunidade.
Logo após, temos o planejamento de ensino, que parte sempre de pontos referenciais estabelecidos no planejamento curricular. Temos, em essência, neste tipo de planejamento, dimensões:
• filosófica, que explicita os objetivos da escola;
• psicológica, que indica a fase de desenvolvimento do aluno, suas possibilidades e interesses;
• social, que expressa as características do contexto sócio-econômico-cultural do aluno e suas exigências.
Este detalhamento é feito tendo em vista o processo ensino-aprendizagem.
Assim, chegamos ao nível mais elementar e próximo da ação educativa. É através dele que, em relação ao aluno:
• prevemos mudanças comportamentais e aprendizagem de elementos básicos;
• propomos aprendizagens a partir de experiências anteriores e de suas reais possibilidades;
• estimulamos a integração das diversas áreas de estudo.
Como vemos, o planejamento tem níveis distintos de abrangência; no entanto, cada nível tem bem definido e delimitado o seu universo. Sabemos que um nível particulariza - um ou vários - aspectos delineados no nível antecedente, especificando com maior precisão as decisões tomadas em relação a determinados eventos da ação educativa.
A linha de relacionamento se evidencia, então, através de escalões de complexidade decrescente, exigindo sempre um alto grau de coerência e subordinação na determinação dos objetivos almejados.
METODOLOGIA:
Aula expositiva e dramatização.
RECURSOS DIDÁTICOS:
Livros de didática;
Conteúdos pesquisados;
Pincel para quadro;
A voz.
AVALIAÇÃO:
A avaliação será feita através de perguntas do grupo à turma sobre o conteúdo de forma oral.
PLANO DE ENSINO
DADOS DA DISCIPLINA
Curso: Administração
Nome da Disciplina: Sistemas Comunicação e Expressão Ano: 2009
Termo: 1°
Carga Horária: 60 h
Docente Responsável: Nelson Nobre
EMENTA:
Processo de leitura : exploratória, seletiva, reflexiva e interpretativa. Leitura e pseudo-leitura.
Elaboração de textos e estruturas gramaticais. A utilização de registros adequados a partir da correta expressão lingüística. Redação técnica e oficial.
OBJETIVOS GERAIS: Desenvolver no aluno a capacidade de expressão escrita por meio da prática de produção textual.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1. Teoria da Comunicação.
2. Técnicas de Comunicação.
3. Comunicação e Expressão Oral.
4. A Comunicação e o profissional de Administração.
5. A Comunicação na área do Comércio Exterior (relação com línguas estrangeiras)
6. Teoria do texto.
7. Estrutura do texto.
8. Produção Textual – Técnicas de Redação (Narração e Dissertação).
9. Coerência e Coesão Textual.
10. Discurso e Argumentação.
11. Redação Empresarial.
12. Estruturas gramaticais.
13. Leitura de dois livros (escolhidos pelos alunos e apresentados (oralmente) para a turma.
ESTRATÉGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM (METODOLOGIAS DE SALA DE AULA):
Aulas expositivas, discussão de textos, apresentação de seminários.
AVALIAÇÃO:
RECURSOS NECESSÁRIOS:
Pincel de quadro, projetor de multimídia, livros.
BIBLIOGRAFIA: BÁSICA; COMPLEMENTAR:
FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas técnicas para o Trabalho Científico: Elaboração, Formatação e Explicitação das Normas da ABNT. 14 ed. Porto Alegre: [s.n.], 2006.
PLANO DE CURSO
Objetivos Gerais:
• Desenvolver o hábito da leitura e da escrita;
• Desenvolver a imaginação e a criatividade;
• Despertar o prazer pela leitura e pela produção de textos de diferentes gêneros;
• Proporcionar momentos de lazer, diversão, entretenimento e valorização da arte.
Objetivos Específicos:
• Recitar poemas;
• Dramatizar textos;
• Ouvir, ler, cantar músicas;
• Ler, interpretar e produzir textos em gera, inclusive, cordéis e jornais murais;
• Realizar estudos dirigido.
Conteúdos significativos:
• Leitura, interpretação e produção de textos;
• Estudo comparativo da gramática através dos textos;
• Linguagem verbal, não – verbal e mista;
• Elementos e funções da comunicação;
• Analise fonológica [fonema, letra, sílaba, divisão silábica];
• Ortografia;
• Acentuação gráfica;
• Pontuação;
• Concordância e regência adequadas ao nível do aluno.
Público-alvo:
Os alunos do 4º e 5º ano do ensino fundamental do turno vespertino .
Estratégias:
Apresentação de trabalhos individuais e coletivos em sala de aula; leitura, interpretação e produção de textos; recitação de poemas; dramatização de textos e canto; estudo dirigido; pesquisas; execução de exercícios escritos no caderno e no quadro.
Metodologia:
O método a ser aplicado partirá da construção do conhecimento através da leitura, pesquisa e produção de textos bem como da apresentação de trabalhos escritos e orais, individuais e coletivos pelos alunos.
Recursos:
CD player, Cds de áudio, Dvd, letras de músicas, poemas, textos em geral, folhas brancas, folhas pautadas, cartolinas, pincéis atômicos, livros didáticos, dicionários, enciclopédias, livros de literatura infanto-juvenil, cordéis.
Avaliação:
Através da observação em relação ao interesse, à participação, ao desempenho, aos trabalhos produzidos oralmente ou por escrito, individuais ou coletivos e às provas escritas e orais.
Cronograma:
Ano letivo 2009.
Observação:
A concretização deste plano de curso dependerá de recursos para ser colocado em prática e da motivação adequada dos alunos.
Bibliografia:
Almanaque Abril. Enciclopédia de atualidades 2006. Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais:
Língua portuguesa/ Secretaria de Educação Fundamental – Brasília: 1997.
Cabral, Isabel Cristina Martelli. Palavra aberta – 5ª série: Ensino Fundamental / Isabel Cabral. – 2ª ed. ver. E atual – São Paulo: Atual, 2000.
Cabral, Isabel Cristina Martelli. Palavra aberta – 6ª série: Ensino Fundamental / Isabel Cabral. – 2ª ed. ver. E atual – São Paulo: Atual, 2000.
http://geocities.yahoo.com.br/leitura.
PLANO DE UNIDADE:
Refere-se às unidades que no contexto da disciplina formam um todo; ex. na matéria Informática temos como unidade :
Técnicas de Programação, Linguagens de Programação, Formação de Arquivos um todo completo formado pôr 3 tópicos básicos;
Unidade: Informática Carga Horária : 12 horas
Objetivos Específicos Conteúdo Estratégia de Ensino Recursos de Ensino e bibliografia Avaliação
Orientar para o uso de metodologias de sistemas Teoria e exercícios voltados a técnica de desenvolvimento de sistemas Utilização de casos reais Apostilas
Transparências
Vídeos Trabalhos
Provas
Exercícios de classe
FACULDADE DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E DE TECNOLOGIA
FATEC-RO
PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
Chalina Nobre
Leonilson Bittencourt
Marco Souza
Elisângela Brizard
Porto Velho
2009
- Índice Fundamental do Direito
________________________________________
Legislação - Jurisprudência - Modelos - Questionários - Grades
________________________________________
Profissão de Orientador Educacional - Regulamento
Decreto nº 72.846, de 26 de setembro de 1973
Regulamentada a Lei nº 5.564, de 21 de dezembro de 1968, que provê sobre o Exercício da Profissão de Orientador Educacional
O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o artigo 81, item III, da Constituição, Decreta:
Art. 1º Constitui o objeto da Orientação Educacional a assistência ao educando, individualmente ou em grupo, no âmbito do ensino de 1º e 2º graus, visando o desenvolvimento integral e harmonioso de sua personalidade, ordenando e integrando os elementos que exercem influência em sua formação e preparando-o para o exercício das opções básicas.
obs.dji.grau.4: Educação; Exercício; Exercício profissional
Art. 2º O exercício da profissão de Orientador Educacional é privativo:
I - Dos licenciados em pedagogia, habilitados em orientação educacional, possuidores de diplomas expedidos por estabelecimentos de ensino superior oficiais ou reconhecidos.
II - Dos portadores de diplomas ou certificados de orientador educacional obtidos em cursos de pós-graduação, ministrados por estabelecimentos oficiais ou reconhecidos, devidamente credenciados pelo Conselho Federal de Educação.
III - Dos diplomados em orientação educacional por escolas estrangeiras, cujos títulos sejam revalidados na forma da legislação em vigor.
Art. 3º É assegurado ainda o direito de exercer a profissão de Orientador Educacional:
I - Aos formados que tenham ingressado no curso antes da vigência da Lei nº 5.692-71, na forma do art. 63, da Lei nº 4.024-61, em todo o ensino 1º e 2º graus.
II - Aos formados que tenham ingressado no curso antes da vigência da Lei nº 5.692-71 na forma do artigo 64, da Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961, até a 4º série do ensino de 1º grau.
Art. 4º Os profissionais, de que tratam os artigos anteriores, somente poderão exercer a profissão após satisfazerem os seguintes requisitos:
I - Registro dos diplomas ou certificados no Ministério da Educação e Cultura;
II - Registro profissional no órgão competente do Ministério da Educação e Cultura.
Art. 5º A Profissão de Orientador Educacional, observadas as condições previstas neste regulamento, se exerce na órbita pública ou privada, por meio de planejamento, coordenação, supervisão, execução, aconselhamento e acompanhamento relativos às atividades de orientação educacional, bem como por meio de estudos, pesquisas, análises, pareceres compreendidos no seu campo profissional.
Art. 6º Os documentos referentes ao campo de ação profissional de que trata o artigo anterior só terão validade quando assinados por Orientador Educacional, devidamente registrado na forma desse regulamento.
Art. 7º É obrigatório a citação do número do registro de Orientador Educacional em todos os documentos que levam sua assinatura.
Art. 8º São atribuições privativas do Orientador Educacional:
a) Planejar e coordenar a implantação e funcionamento do Serviço de Orientação Educacional em nível de:
1 - Escola;
2 - Comunidade.
b) Planejar e coordenar a implantação e funcionamento do Serviço de Orientação Educacional dos órgãos do Serviço Público Federal, Municipal e Autárquico; das Sociedades de Economia Mista Empresas Estatais, Paraestatais e Privadas.
c) Coordenar a orientação vocacional do educando, incorporando-o ao processo educativo global.
d) Coordenar o processo de sondagem de interesses, aptidões e habilidades do educando.
e) Coordenar o processo de informação educacional e profissional com vista à orientação vocacional.
f) Sistematizar o processo de intercâmbio das informações necessárias ao conhecimento global do educando.
g) Sistematizar o processo de acompanhamento dos alunos, encaminhando a outros especialistas aqueles que exigirem assistência especial.
h) Coordenar o acompanhamento pós-escolar.
i) Ministrar disciplinas de Teoria e Prática da Orientação Educacional, satisfeitas as exigências da legislação específicas do ensino.
j) Supervisionar estágios na área da Orientação Educacional.
l) Emitir pareceres sobre matéria concernente à Orientação Educacional.
Art. 9º Compete, ainda, ao Orientador Educacional as seguintes atribuições:
a) Participar no processo de identificação das características básicas da comunidade;
b) Participar no processo de caracterização da clientela escolar;
c) Participar no processo de elaboração do currículo pleno da escola;
d) Participar na composição caracterização e acompanhamento de turmas e grupos;
e) Participar do processo de avaliação e recuperação dos alunos;
f) Participar do processo de encaminhamento dos alunos estagiários;
g) Participar no processo de integração escola-família-comunidade;
h) Realizar estudos e pesquisas na área da Orientação Educacional.
Art. 10. No preenchimento de cargos públicos, para os quais se faz mister qualificação de Orientador Educacional, requer-se, como condição essencial, que os candidatos hajam satisfeito, previamente, as exigências da Lei nº 5.564, de 21 de dezembro de 1968 e deste regulamento.
obs.dji.grau.1: Profissão de Orientador Educacional - L-005.564-1968
Art. 11. Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Brasília, 26 de setembro de 1973; 152º da Independência e 85º da República.
Emilio G. Médice
Confúcio Pamplona
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Legislação - Jurisprudência - Modelos - Questionários - Grades
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Profissão de Orientador Educacional - Regulamento
Decreto nº 72.846, de 26 de setembro de 1973
Regulamentada a Lei nº 5.564, de 21 de dezembro de 1968, que provê sobre o Exercício da Profissão de Orientador Educacional
O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o artigo 81, item III, da Constituição, Decreta:
Art. 1º Constitui o objeto da Orientação Educacional a assistência ao educando, individualmente ou em grupo, no âmbito do ensino de 1º e 2º graus, visando o desenvolvimento integral e harmonioso de sua personalidade, ordenando e integrando os elementos que exercem influência em sua formação e preparando-o para o exercício das opções básicas.
obs.dji.grau.4: Educação; Exercício; Exercício profissional
Art. 2º O exercício da profissão de Orientador Educacional é privativo:
I - Dos licenciados em pedagogia, habilitados em orientação educacional, possuidores de diplomas expedidos por estabelecimentos de ensino superior oficiais ou reconhecidos.
II - Dos portadores de diplomas ou certificados de orientador educacional obtidos em cursos de pós-graduação, ministrados por estabelecimentos oficiais ou reconhecidos, devidamente credenciados pelo Conselho Federal de Educação.
III - Dos diplomados em orientação educacional por escolas estrangeiras, cujos títulos sejam revalidados na forma da legislação em vigor.
Art. 3º É assegurado ainda o direito de exercer a profissão de Orientador Educacional:
I - Aos formados que tenham ingressado no curso antes da vigência da Lei nº 5.692-71, na forma do art. 63, da Lei nº 4.024-61, em todo o ensino 1º e 2º graus.
II - Aos formados que tenham ingressado no curso antes da vigência da Lei nº 5.692-71 na forma do artigo 64, da Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961, até a 4º série do ensino de 1º grau.
Art. 4º Os profissionais, de que tratam os artigos anteriores, somente poderão exercer a profissão após satisfazerem os seguintes requisitos:
I - Registro dos diplomas ou certificados no Ministério da Educação e Cultura;
II - Registro profissional no órgão competente do Ministério da Educação e Cultura.
Art. 5º A Profissão de Orientador Educacional, observadas as condições previstas neste regulamento, se exerce na órbita pública ou privada, por meio de planejamento, coordenação, supervisão, execução, aconselhamento e acompanhamento relativos às atividades de orientação educacional, bem como por meio de estudos, pesquisas, análises, pareceres compreendidos no seu campo profissional.
Art. 6º Os documentos referentes ao campo de ação profissional de que trata o artigo anterior só terão validade quando assinados por Orientador Educacional, devidamente registrado na forma desse regulamento.
Art. 7º É obrigatório a citação do número do registro de Orientador Educacional em todos os documentos que levam sua assinatura.
Art. 8º São atribuições privativas do Orientador Educacional:
a) Planejar e coordenar a implantação e funcionamento do Serviço de Orientação Educacional em nível de:
1 - Escola;
2 - Comunidade.
b) Planejar e coordenar a implantação e funcionamento do Serviço de Orientação Educacional dos órgãos do Serviço Público Federal, Municipal e Autárquico; das Sociedades de Economia Mista Empresas Estatais, Paraestatais e Privadas.
c) Coordenar a orientação vocacional do educando, incorporando-o ao processo educativo global.
d) Coordenar o processo de sondagem de interesses, aptidões e habilidades do educando.
e) Coordenar o processo de informação educacional e profissional com vista à orientação vocacional.
f) Sistematizar o processo de intercâmbio das informações necessárias ao conhecimento global do educando.
g) Sistematizar o processo de acompanhamento dos alunos, encaminhando a outros especialistas aqueles que exigirem assistência especial.
h) Coordenar o acompanhamento pós-escolar.
i) Ministrar disciplinas de Teoria e Prática da Orientação Educacional, satisfeitas as exigências da legislação específicas do ensino.
j) Supervisionar estágios na área da Orientação Educacional.
l) Emitir pareceres sobre matéria concernente à Orientação Educacional.
Art. 9º Compete, ainda, ao Orientador Educacional as seguintes atribuições:
a) Participar no processo de identificação das características básicas da comunidade;
b) Participar no processo de caracterização da clientela escolar;
c) Participar no processo de elaboração do currículo pleno da escola;
d) Participar na composição caracterização e acompanhamento de turmas e grupos;
e) Participar do processo de avaliação e recuperação dos alunos;
f) Participar do processo de encaminhamento dos alunos estagiários;
g) Participar no processo de integração escola-família-comunidade;
h) Realizar estudos e pesquisas na área da Orientação Educacional.
Art. 10. No preenchimento de cargos públicos, para os quais se faz mister qualificação de Orientador Educacional, requer-se, como condição essencial, que os candidatos hajam satisfeito, previamente, as exigências da Lei nº 5.564, de 21 de dezembro de 1968 e deste regulamento.
obs.dji.grau.1: Profissão de Orientador Educacional - L-005.564-1968
Art. 11. Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Brasília, 26 de setembro de 1973; 152º da Independência e 85º da República.
Emilio G. Médice
Confúcio Pamplona
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sexta-feira, 10 de abril de 2009
Necessidade e Importância do planejamento em Orientação Educacional
Há uma imagem negativa sem subsídios da função do Orientador Educacional e situações advindas reforçam a exigência de planejamento para reforçar as propriedades reais desta função vamos destacar algumas.
Atendimento a situações de emergência, controle de disciplina, etc. são atendimentos improvisados sem compromisso político com a transformação da escola que contribuem nesse aspecto. Que pode estar acobertando acomodação de outros profissionais da escola que delegam exclusivamente para o orientador educacional parte de suas responsabilidades.
O plano de Orientação Educacional deve anteceder a situações desnecessariamente desgastantes geradas pela falta de conhecimento do significado da função por alunos, pais, professores e equipe administrativa e criam expectativas inadequadas que fatalmente resultam negativamente quando não se orientam por uma ação organizada.
Parecendo muitas vezes para alguns que o trabalho do orientador é irrelevante e inconsistente, opinião essa associada aos fatores anteriormente citados, respaldada pela pratica errônea de alguns orientadores, outras vezes injusta porque não está demonstrada clara e objetivamente no trabalho da escola.
Porém essas distorções podem ser gradativamente corrigidas e eliminadas com a efetivação das propostas do planejamento.
Entendendo-se que a produção de planos e projetos por si, não podem solucionar situações conflitantes, uma vez que é a ação prática que transforma a realidade e a constrói, mas objetivamente estabelecem a imagem de uma condição desejada e das ações necessárias para construí-las, as quais, caso não sejam colocadas em prática, de nada adiantam.
No entanto conflitos naturais são muito grandes e demandam perseverança, competência e vontade de superá-los que exige a atitude de ter um planejamento que ajudará o orientador a construir e estabelecer a relevância do seu trabalho, garantindo as peculiaridades da prática da Orientação Educacional demonstrando a importância e relevância da Orientação Educacional para o desenvolvimento da prática pedagógica da escola como um todo no seu ambiente de trabalho.
Esses aspectos devem, no entanto ser considerados em uma ação dialética para contribuir efetivamente na superação de condições limitadas em vez de negá-las, ou contrapô-las.
Existem atribuições que contribuem para um planejamento bem organizado que devem ser consideradas como por exemplo, definir meta do trabalho e ordenar finalidades aos objetivos amplos e os específicos, ordenar também as ações a serem iniciadas, estabelecer articulação e integração com todos no ambiente de trabalho, deixar claro o desenvolvimento das ações quanto as responsabilidades de cada um, não permitir omissão dos outros profissionais da escola, racionalizar a distribuição e o uso de tempo, energia e recursos, etc.
É evidente a significação desse processo e complexo o trabalho do orientador voltado para o alargamento dos horizontes sócio-culturais de sua clientela.
Contudo isso, ainda existe resistência de alguns orientadores assim como outros profissionais da área social, que usam uma série de argumentos para justificar sua negativa de planejar.
O próprio fator de resistência indica a necessidade do processo do planejamento no esforço de identificação dessa problemática e dos fatores à ela relacionados analisando e tomando decisões para vencer a resistência.
Conseqüentemente a falta de planejamento para orientar uma ação, ou agir sem os cuidados de análise objetiva e globalizante, torna essa ação imprecisa, inconsistente, incoerente e até mesmo modesta. Resumindo gera fatores que contribuem com a errônea imagem da função do orientador educacional como foi comentado no início deste texto.
Há uma imagem negativa sem subsídios da função do Orientador Educacional e situações advindas reforçam a exigência de planejamento para reforçar as propriedades reais desta função vamos destacar algumas.
Atendimento a situações de emergência, controle de disciplina, etc. são atendimentos improvisados sem compromisso político com a transformação da escola que contribuem nesse aspecto. Que pode estar acobertando acomodação de outros profissionais da escola que delegam exclusivamente para o orientador educacional parte de suas responsabilidades.
O plano de Orientação Educacional deve anteceder a situações desnecessariamente desgastantes geradas pela falta de conhecimento do significado da função por alunos, pais, professores e equipe administrativa e criam expectativas inadequadas que fatalmente resultam negativamente quando não se orientam por uma ação organizada.
Parecendo muitas vezes para alguns que o trabalho do orientador é irrelevante e inconsistente, opinião essa associada aos fatores anteriormente citados, respaldada pela pratica errônea de alguns orientadores, outras vezes injusta porque não está demonstrada clara e objetivamente no trabalho da escola.
Porém essas distorções podem ser gradativamente corrigidas e eliminadas com a efetivação das propostas do planejamento.
Entendendo-se que a produção de planos e projetos por si, não podem solucionar situações conflitantes, uma vez que é a ação prática que transforma a realidade e a constrói, mas objetivamente estabelecem a imagem de uma condição desejada e das ações necessárias para construí-las, as quais, caso não sejam colocadas em prática, de nada adiantam.
No entanto conflitos naturais são muito grandes e demandam perseverança, competência e vontade de superá-los que exige a atitude de ter um planejamento que ajudará o orientador a construir e estabelecer a relevância do seu trabalho, garantindo as peculiaridades da prática da Orientação Educacional demonstrando a importância e relevância da Orientação Educacional para o desenvolvimento da prática pedagógica da escola como um todo no seu ambiente de trabalho.
Esses aspectos devem, no entanto ser considerados em uma ação dialética para contribuir efetivamente na superação de condições limitadas em vez de negá-las, ou contrapô-las.
Existem atribuições que contribuem para um planejamento bem organizado que devem ser consideradas como por exemplo, definir meta do trabalho e ordenar finalidades aos objetivos amplos e os específicos, ordenar também as ações a serem iniciadas, estabelecer articulação e integração com todos no ambiente de trabalho, deixar claro o desenvolvimento das ações quanto as responsabilidades de cada um, não permitir omissão dos outros profissionais da escola, racionalizar a distribuição e o uso de tempo, energia e recursos, etc.
É evidente a significação desse processo e complexo o trabalho do orientador voltado para o alargamento dos horizontes sócio-culturais de sua clientela.
Contudo isso, ainda existe resistência de alguns orientadores assim como outros profissionais da área social, que usam uma série de argumentos para justificar sua negativa de planejar.
O próprio fator de resistência indica a necessidade do processo do planejamento no esforço de identificação dessa problemática e dos fatores à ela relacionados analisando e tomando decisões para vencer a resistência.
Conseqüentemente a falta de planejamento para orientar uma ação, ou agir sem os cuidados de análise objetiva e globalizante, torna essa ação imprecisa, inconsistente, incoerente e até mesmo modesta. Resumindo gera fatores que contribuem com a errônea imagem da função do orientador educacional como foi comentado no início deste texto.
FACULDADE DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E TECNOLOGIA
FATEC - RO
PEDAGOGIA
PSICOPEDAGOGIA
PROF.ª JOELMA
CHALINA SANTANA DA SILVA NOBRE
RESENHA: FENÔMENO PEDAGÓGICO
SILVA, Maria Cecília Almeida. Psicopedagogia: em busca de uma fundamentação teórica – Rio de Janeiro: Nova Fronteira,1998.
Esta é uma obra que resultou de um trabalho da autora para defender seu mestrado no programa de Pós-Graduação em Educação da PUC-RIO, que centrou-se na busca de fundamentação teórica da psicopedagogia que precisava de uma definição para tal.
A procura abordou vários aspectos como análise da evolução da prática psicopedagógica que destaca o objeto da psicopedagogia que são as dificuldades de aprendizagem sendo nessa perspectiva a psicologia e pedagogia vista como elementos justapostos e sendo assim a psicologia apenas estimuladora, normativa e reguladora da vida intelectual.
Isso muda, os sintomas passam a ser relativos então a psicopedagogia muda de objeto considerando agora a gênese da aprendizagem assim seu objeto passa a ser o processo de aprendizagem e seu objetivo, remediar ou refazer esse processo em todos os aspectos com essa característica, entendo que dessa forma fica mais voltada para o individuo contribuindo para o desenvolvimento da sociedade.
Quando a psicopedagogia considera a aprendizagem como processo, podemos então identificá-la com o processo de construção do conhecimento porque ambos rompem a ligação ensino-aprendizagem. Essa relação que a autora traz é aprofundar sobre essa identificação que acredita a psicopedagogia como processo de construção do conhecimento e como objeto o ser cognoscente, sendo esse ser determinado por várias dimensões, relacional, contextual e interpessoal. Portanto a ação do ser cognoscente sobre o objeto é o ponto de partida para a construção do conhecimento, mas este não ocorre sem a estruturação do vivido através das operações que o prolongam no sujeito.
É importante ressaltar que pode haver conflito entre essas dimensões que venham bloquear a autonomia do ser cognoscente, havendo ainda uma heteronomia que no nível individual chama-se racionalização e no nível da ação coletiva denomina-se ideologia, contudo mesmo com todas essas contrariedades há um núcleo organizador.
As diferentes dimensões do ser cognoscente entram em conflitos e se complementam numa ação que organiza e modifica o meio que como conseqüência gera a construção de conhecimento e, por seu caráter estruturante e totalizador, a construção do próprio sujeito cognoscente, que possui um núcleo organizador que chamamos o eu cognoscente. Constituído basicamente por processos psíquicos secundários, funciona regido pelo principio da realidade que percebe se pode fazer algo ou não.
A autora ressalta a linguagem como necessária para a construção do eu cognoscente começa insignificante no estágio sensório-motor, transformando-se no decorrer da psicogênese em um fator estratégico no atingimento do período operatório, onde contribui para uma maior flexibilidade, facilitando a generalização do pensamento. Segundo a autora pensamento e linguagem, num estágio avançado da psicogênese, se integram cada vez mais, fundindo-se finalmente.
Paralelamente ao desenvolvimento da linguagem, acontecem movimentos simultâneos que caracterizam as vias do desenvolvimento gradativo do eu cognoscente em direção à sua autonomia.
Com referência nas teorias de estágio do desenvolvimento da libido em Freud, os objetos parciais e o objeto total de M. Klein, o processo de individuação de Mahler, o pensamento paratáxico e sintáxico de Sullivan,o diagrama epigenético de Erikson e a gênese do desenvolvimento genético de Piaget, podemos considerar sete movimentos simultâneos: desorganização-integração; indiferenciação-diferenciação; simbiose-individuação; dissociação-síntese; realismo-representação; centralização-descentralização; percepção-operação.
Esses movimentos simultâneos não são lineares, posto que inseridos na articulação entre as diferentes dimensões do ser cognoscente. Essa construção da autonomia tem, como correlata, a capacidade de síntese criadora e transformadora.
Tendo em vista todas as discussões neste estudo, a psicopedagogia é um campo do conhecimento que tem por objeto o ser cognoscente e por objetivo fundamental facilitar a construção da individuação e da autonomia do eu cognoscente identificando e clarificando os obstáculos que impedem que esta construção se faça.
Dentro desta definição, os obstáculos à construção do eu cognoscente aparecem sob a forma de sintoma, ou seja, de um sinal que pode ser entendido como o problema. Assim, não existiriam obstáculos lógicos ou desiderativos ou relacionais, mas uma desarticulação no confronto e na interação entre as diferentes dimensões. Essa forma de articulação entre as dimensões poderia ser uma má articulação, que levaria a uma fala organização do eu cognoscente. Esta falsa organização seria uma defesa do eu cognoscente, seria uma recombinação portanto em defesa do ego, preservando sua organização, mas podendo criar o sintoma.
Podemos perceber que os mecanismos do ego e do eu cognoscente são diferentes mas ambos são equilibrantes e protetores, podem ocasionar a paralisação da ação do eu cognoscente, na medida em que preenchendo as lacunas impedem a busca de novas associações. Portanto, as defesas se tornam sintomas.
Este estudo serviu como um ponto de partida para o complemento da procura de fundamentação teórica para a psicopedagogia, que conclui-se tem por objetivo, facilitar a construção do eu cognoscente, situa no sujeito a indagação psicopedagógica, mudando o enfoque em relação à definição preliminar que, tendo como objetivo facilitar o processo de construção do conhecimento, situa sua indagação no processo. Essa mudança de enfoque implica algumas considerações.
Contudo essas considerações servem como uma iniciação a psicopedagogia com idéias criativas e originais e uma linguagem correta e clara utiliza recurso explicativo como gráfico para melhor interpretação da obra recomendada para profissionais da educação e pesquisadores do assunto.
FATEC - RO
PEDAGOGIA
PSICOPEDAGOGIA
PROF.ª JOELMA
CHALINA SANTANA DA SILVA NOBRE
RESENHA: FENÔMENO PEDAGÓGICO
SILVA, Maria Cecília Almeida. Psicopedagogia: em busca de uma fundamentação teórica – Rio de Janeiro: Nova Fronteira,1998.
Esta é uma obra que resultou de um trabalho da autora para defender seu mestrado no programa de Pós-Graduação em Educação da PUC-RIO, que centrou-se na busca de fundamentação teórica da psicopedagogia que precisava de uma definição para tal.
A procura abordou vários aspectos como análise da evolução da prática psicopedagógica que destaca o objeto da psicopedagogia que são as dificuldades de aprendizagem sendo nessa perspectiva a psicologia e pedagogia vista como elementos justapostos e sendo assim a psicologia apenas estimuladora, normativa e reguladora da vida intelectual.
Isso muda, os sintomas passam a ser relativos então a psicopedagogia muda de objeto considerando agora a gênese da aprendizagem assim seu objeto passa a ser o processo de aprendizagem e seu objetivo, remediar ou refazer esse processo em todos os aspectos com essa característica, entendo que dessa forma fica mais voltada para o individuo contribuindo para o desenvolvimento da sociedade.
Quando a psicopedagogia considera a aprendizagem como processo, podemos então identificá-la com o processo de construção do conhecimento porque ambos rompem a ligação ensino-aprendizagem. Essa relação que a autora traz é aprofundar sobre essa identificação que acredita a psicopedagogia como processo de construção do conhecimento e como objeto o ser cognoscente, sendo esse ser determinado por várias dimensões, relacional, contextual e interpessoal. Portanto a ação do ser cognoscente sobre o objeto é o ponto de partida para a construção do conhecimento, mas este não ocorre sem a estruturação do vivido através das operações que o prolongam no sujeito.
É importante ressaltar que pode haver conflito entre essas dimensões que venham bloquear a autonomia do ser cognoscente, havendo ainda uma heteronomia que no nível individual chama-se racionalização e no nível da ação coletiva denomina-se ideologia, contudo mesmo com todas essas contrariedades há um núcleo organizador.
As diferentes dimensões do ser cognoscente entram em conflitos e se complementam numa ação que organiza e modifica o meio que como conseqüência gera a construção de conhecimento e, por seu caráter estruturante e totalizador, a construção do próprio sujeito cognoscente, que possui um núcleo organizador que chamamos o eu cognoscente. Constituído basicamente por processos psíquicos secundários, funciona regido pelo principio da realidade que percebe se pode fazer algo ou não.
A autora ressalta a linguagem como necessária para a construção do eu cognoscente começa insignificante no estágio sensório-motor, transformando-se no decorrer da psicogênese em um fator estratégico no atingimento do período operatório, onde contribui para uma maior flexibilidade, facilitando a generalização do pensamento. Segundo a autora pensamento e linguagem, num estágio avançado da psicogênese, se integram cada vez mais, fundindo-se finalmente.
Paralelamente ao desenvolvimento da linguagem, acontecem movimentos simultâneos que caracterizam as vias do desenvolvimento gradativo do eu cognoscente em direção à sua autonomia.
Com referência nas teorias de estágio do desenvolvimento da libido em Freud, os objetos parciais e o objeto total de M. Klein, o processo de individuação de Mahler, o pensamento paratáxico e sintáxico de Sullivan,o diagrama epigenético de Erikson e a gênese do desenvolvimento genético de Piaget, podemos considerar sete movimentos simultâneos: desorganização-integração; indiferenciação-diferenciação; simbiose-individuação; dissociação-síntese; realismo-representação; centralização-descentralização; percepção-operação.
Esses movimentos simultâneos não são lineares, posto que inseridos na articulação entre as diferentes dimensões do ser cognoscente. Essa construção da autonomia tem, como correlata, a capacidade de síntese criadora e transformadora.
Tendo em vista todas as discussões neste estudo, a psicopedagogia é um campo do conhecimento que tem por objeto o ser cognoscente e por objetivo fundamental facilitar a construção da individuação e da autonomia do eu cognoscente identificando e clarificando os obstáculos que impedem que esta construção se faça.
Dentro desta definição, os obstáculos à construção do eu cognoscente aparecem sob a forma de sintoma, ou seja, de um sinal que pode ser entendido como o problema. Assim, não existiriam obstáculos lógicos ou desiderativos ou relacionais, mas uma desarticulação no confronto e na interação entre as diferentes dimensões. Essa forma de articulação entre as dimensões poderia ser uma má articulação, que levaria a uma fala organização do eu cognoscente. Esta falsa organização seria uma defesa do eu cognoscente, seria uma recombinação portanto em defesa do ego, preservando sua organização, mas podendo criar o sintoma.
Podemos perceber que os mecanismos do ego e do eu cognoscente são diferentes mas ambos são equilibrantes e protetores, podem ocasionar a paralisação da ação do eu cognoscente, na medida em que preenchendo as lacunas impedem a busca de novas associações. Portanto, as defesas se tornam sintomas.
Este estudo serviu como um ponto de partida para o complemento da procura de fundamentação teórica para a psicopedagogia, que conclui-se tem por objetivo, facilitar a construção do eu cognoscente, situa no sujeito a indagação psicopedagógica, mudando o enfoque em relação à definição preliminar que, tendo como objetivo facilitar o processo de construção do conhecimento, situa sua indagação no processo. Essa mudança de enfoque implica algumas considerações.
Contudo essas considerações servem como uma iniciação a psicopedagogia com idéias criativas e originais e uma linguagem correta e clara utiliza recurso explicativo como gráfico para melhor interpretação da obra recomendada para profissionais da educação e pesquisadores do assunto.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Como se ensina
Esse texto aborda sobre ensino na descrição das autoras e fala do ensino intencional e suas característica. Primeiro esclarecendo que ensino é diferente de aprendizagem, pode haver aprendizagem sem ensino, e nem sempre o ensino produz aprendizagem esperada. A aprendizagem é um processo interno, que ocorre no interior da mente de uma pessoa, já o ensino é uma atividade visível.
As autoras começam essa análise pormenorizada de cada aspecto do ensino aqui relacionado em que ensinar é uma atividade com intenções que devem ser acompanhadas por responsabilidade do educador e da sociedade. Afinal o educador ensina para transformar a sociedade porque quer algo melhor para seus alunos, projeta um futuro para eles. O ensino é uma atividade que compromete moralmente quem o realiza. Não é uma atividade neutra.
Em nossa sociedade, a prática social de ensinar está regulamentada pela estrutura política, por meio do direito de aprender e do direito de ensinar. O que limita as intenções do educador.
Ser responsável pela relação interpessoal implica que o educador administre seus próprios sentimentos para ter uma boa relação com os alunos. Antecipe os sentimentos e ajude os alunos a administrá-los.
É preciso observar os currículos na hora de ensina, existem conteúdos que não estão de acordo com a realidade do aluno.
É necessário também que o educador tenha uma boa relação interpessoal manter um bom clima de trabalho na aula e estimular a motivação para aprender.
O professor que cria uma situação que permite o aluno a aprender usa então sua estratégia de ensino. Finalmente nesse estudo fala-se sobre avaliação.
REFERENCIA BIBLIOGRAFICA
FAIRSTEN, Gabriela Alejandra – GYSSEILS, Silvana. Como se ensina. São Paulo, ed. Loyola, 2005.
Esse texto aborda sobre ensino na descrição das autoras e fala do ensino intencional e suas característica. Primeiro esclarecendo que ensino é diferente de aprendizagem, pode haver aprendizagem sem ensino, e nem sempre o ensino produz aprendizagem esperada. A aprendizagem é um processo interno, que ocorre no interior da mente de uma pessoa, já o ensino é uma atividade visível.
As autoras começam essa análise pormenorizada de cada aspecto do ensino aqui relacionado em que ensinar é uma atividade com intenções que devem ser acompanhadas por responsabilidade do educador e da sociedade. Afinal o educador ensina para transformar a sociedade porque quer algo melhor para seus alunos, projeta um futuro para eles. O ensino é uma atividade que compromete moralmente quem o realiza. Não é uma atividade neutra.
Em nossa sociedade, a prática social de ensinar está regulamentada pela estrutura política, por meio do direito de aprender e do direito de ensinar. O que limita as intenções do educador.
Ser responsável pela relação interpessoal implica que o educador administre seus próprios sentimentos para ter uma boa relação com os alunos. Antecipe os sentimentos e ajude os alunos a administrá-los.
É preciso observar os currículos na hora de ensina, existem conteúdos que não estão de acordo com a realidade do aluno.
É necessário também que o educador tenha uma boa relação interpessoal manter um bom clima de trabalho na aula e estimular a motivação para aprender.
O professor que cria uma situação que permite o aluno a aprender usa então sua estratégia de ensino. Finalmente nesse estudo fala-se sobre avaliação.
REFERENCIA BIBLIOGRAFICA
FAIRSTEN, Gabriela Alejandra – GYSSEILS, Silvana. Como se ensina. São Paulo, ed. Loyola, 2005.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Artigo
INCENTIVO AO HÁBITO DA LEITURA
Chalina Santana da Silva Nobre*
RESUMO: Este trabalho apresenta elementos do projeto de intervenção que teve como principal objetivo contribuir para o trabalho de reforço escolar com os alunos que foram selecionados por suas professoras com o diagnóstico de dificuldade de aprendizagem em leitura e escrita. Esses alunos reúnem-se na biblioteca com a bibliotecária que se dispõe a realizar esse trabalho com metodologia orientada pedagogicamente pelas professoras que consiste em fazer exercícios de escrita com textos de cartilhas e leitura dos mesmos. Este projeto contribuiu com pesquisa de material didático, liderança de jogos pedagógicos, exibição de vídeos, apresentação de teatro com fantoches e contação de histórias.
PALAVRAS-CHAVES: Leitura, escrita.
1 INTRODUÇÃO
Relata o projeto desenvolvido em 1 biblioteca da escola de ensino fundamental de Porto Velho. Objetivo centrado em desenvolver atividades de incentivo à leitura de forma integrada ao processo de ensino-aprendizagem. A revisão de literatura concentra-se sobre atividades de incentivo a leitura na biblioteca escolar. Apresenta as atividades desenvolvidas com as crianças. Os resultados mostram mudanças do corpo docente referente aos serviços prestados pela biblioteca e reconhecem a importância da biblioteca no incentivo da leitura.
Neste trabalho uma reflexão aos profissionais de educação envolvidos com a tarefa não só de ensinar, mas preparar o indivíduo, sobre a importância da formação de conceitos de leitura para cidadãos participantes e conscientes de sua atuação na sociedade. Por compreender a oportunidade que o ambiente escolar traz, para ensinar a leitura como uma fase formativa do ser humano, que em interação com as demais atividades sociais, cria as diferentes possibilidades de construção e reconstrução de conceitos sobre as coisas do mundo e incentivo ao hábito de leitura aos educandos nessa e em outras instituições de ensino. Considerando, o desenvolvimento dos educandos na leitura e na escrita que se constitui a partir da natureza e da qualidade da relação que o vai se estabelecendo, ao longo do trabalho pedagógico, com o material escrito, seja direta (lendo por si mesmo) ou indiretamente (leitura do outro para si). Nesse sentido, quando pensamos em contribuir na dificuldade desses alunos, ficamos atentos não somente aos eventos de letramento de que o sujeito participa na escola, mas também ao contexto social, político, cultural e afetivo que permeia as relações deles com a leitura e a escrita.
Em todos os discursos sobre o incentivo a leitura, tenho percebido a preocupação do compromisso da escola que é o principal ambiente de estímulo não só físico como nas relações interpessoais para o desenvolvimento desse trabalho.
É nesse contexto de construção de significados e sistemas simbólicos que se encaixam a leitura e a escrita. Na realidade da educação brasileira acredito que há uma distância grande ainda do ideal que muitos escritores e amantes da leitura almejam e do que os pesquisadores e educadores conhecem infelizmente, a perspectiva é que os trabalhos realizados nesse aspecto tragam uma mudança relevante.
“Mas a escola tem a responsabilidade de ensinar a criança a ler e também despertar lhe o gosto pela leitura. Esta é uma tarefa difícil, mas não impossível.” (Lusmar, 2007 P. 01).
Desenvolver um trabalho como este exige compromisso com a educação com vistas a criar um interesse pela leitura no aluno a partir da integração com os livros e da relação interpessoal na escola.
2 DESENVOLVIMENTO
Na fase do diagnóstico verifiquei um trabalho de reforço com leitura e escrita feito na biblioteca programado pela direção e orientado pelas professoras, executado por uma funcionária sem a adequada capacitação acadêmica.
Nesse trabalho de reforço, notei que a maior necessidade era na realização das atividades que se observa uma desatualização na metodologia usada pela docência o que provoca consequentemente um desestímulo nos alunos.
De Paula, De Paula & Silveira (2008, p.01) afirmam:
Na pressa de estar em sintonia com as inovações, a Escola desconsidera os processos formadores de aprendizagem, limitando-se a investir na circulação de imagens e deixando de observar a qualidade dos textos que oferece aos seus alunos como fonte de leitura, promovido no seu espaço. Priorizando a substituição do conhecimento por informação, a Escola se descompassa e, sem formar leitores críticos ou incutir o hábito da leitura, prepara mal o cidadão que escreverá o “texto futuro”, que escreverá e perpetuará a nossa história.
Percebi utilização de repetição de palavras e leitura aleatória sem contextualização isso dispersava a atenção dos alunos. Que sentiam a falta de atividades lúdicas e interessantes que é muito importante nessa fase para o desenvolvimento cognitivo. Foi possível fazer essa observação a partir das orientações da professora dessa disciplina Edna Cordeiro que nos trouxe em cada aula presencial uma reflexão como de Isaac Newton, “Se fui capaz de ver mais longe é porque estava de pé nos ombros de gigante”. Reflexões seguidas por orientações que me capacitou para elaboração desse artigo, assim como em outros trabalhos que somos orientados com muita competência da professora Edna, destacando a postura da pedagogia social que implica a arte da aproximação, nos motivando a discutir sobre situações da realidade social, cultural e afetiva do educando. Discussões que trouxe muitas vezes, conhecimento de ações contrárias ao desenvolvimento educacional conforme a teoria da Educação Brasileira.
Com esta pauta e baseada em várias leituras, determinei os aspectos que devia destacar, com vistas a desenvolver um trabalho aproximado ao da pedagogia social.
Consernente a afirmação de Araci e Úrsula. “A biblioteca infantil ou escolar deveria ter como uma atividade de rotina ler histórias para crianças”.
Organizei-me junto ao trabalho de auxílio no horário de reforço com a contrubuição de atividades de leitura como: contação de história, exibição de vídeo de história infantil, monitoramento de jogos e brincadeiras pedagógicos baseada em pesquisa bibliográfica e artigos acadêmicos. Afirmam em “Constituição do leitor” o grupo acadêmico que o desenvolveu.
O autor do livro também ressalta que para um aprendizado eficaz, o aluno não deve ser reduzido ao estado de objeto, recebendo as palavras prontas e tendo que fazer conteúdos a partir de algo imposto pelo professor. O aluno tem que ser o sujeito de sua alfabetização.
Assim, para que a leitura e a escrita não sejam mecânicas (memorização de signos) é preciso que o aprendizado esteja ligado à tomada de consciência de uma situação real e vivida pelo aluno. É ele que dará sua significação às palavras. A leitura é um tipo de mediação, pois o livro é um instrumento que transmite não só a cultura, mas que também pode, como no caso das histórias infantis, estimular a imaginação da criança e fazer com que ela perceba as maneiras diferentes de se interpretar uma história.
Acredito que o leitor não deve ser considerado objeto e sim ser crítico capaz de formar sua alfabetização a partir do que entendeu da leitura que fez e não só reproduzir signos. Mas dar significados ao que ler e escreve, assim desenvolvendo não somente a capacidade de ler e escrever, mas também de decifrar informações, a escola e o professor são mediadores neste processo.
As atividades foram executadas em parceria com o horário do reforço, com a aplicação de técnicas de incentivo a leitura.
César Souza, autor de "Você é o líder de sua vida", afirma que o papel do líder educador é despertar nos outros o desejo para aprender algo. Não é ensinar. É ajudar os outros a aprender. Assim, cabe ao educador criar um clima de aprendizagem, com comportamentos, hábitos, mecanismos que ajudem os outros a aprender.
Muitas vezes realizamos leitura com produção de texto e também instigamos os alunos a procurarem textos que achassem interessantes, durante a realização, as crianças tiveram a oportunidade de exercitarem-se na descoberta da leitura, interagindo, estimulando a
imaginação e entrando em contato com o livro, desenvolvendo, assim, o gosto pela leitura. Além disso, trabalharam em grupos e brincaram com jogos pedagógicos, todas essas atividades incentivam ao aluno a ser um leitor crítico selecionando suas próprias leituras relacionando-as com seu cotidiano. Mostrando que as orientações da professora não significam imposições mas direcionamentos, para que eles sintam indepedência na busca do conhecimento e respeito quanto ao trabalho docente.
A idéia central dessas atividades estava em levar a criticidade ao aluno através da leitura. A escola deve ajudar a criança a tornar-se leitor dos textos que circulam no social e não limitá-la à leitura de um texto pedagógico, destinado apenas a ensiná-la a ler. As atividades que estimulam o hábito da leitura, o conhecimento dos diferentes tipos de fontes informacionais (livros, revistas, dicionários, entre outras) e a utilização metódica para obtenção de material bibliográfico são fatores que influenciam o aprendizado nos seus diversos momentos da vida, em conseqüência outras atividades como feira de leitura e teatro podem ser organizadas a partir da coleta de informações dos próprios alunos em debates sobre o que leram.
3 CONCLUSÃO
Acredito ter passado a mensagem de que pode-se mostrar a todos os integrantes das escolas, a importância da leitura na formação de um cidadão. Assim sendo, a biblioteca consequentemente deve passar a ser um elo de ligação entre alunos e professores, tornando-se uma importante ferramenta de ensino-aprendizagem. O hábito da leitura deve ser estimulado nos primeiros anos de vida escolar. Porém é impossível negar que a maioria das escolas lamentavelmente ainda não possui infra-estrutura desejável para a conscientização do hábito da leitura, nessa expectativa optar pela postura crítico-educativa implica uma arte da aproximação com o cuidado de manter a relação com um caráter pedagógico.
Na Instituição do projeto mostra uma relevância nesse critério, tendo proporcionado com direção da equipe gestora pedagógica na biblioteca um ambiente agradável e estimulador com o trabalho de reforço em leitura e escrita, na organização da biblioteca que com subsídios como brinquedos pedagógicos e cantinho da leitura contribuem e apóiaram o trabalho docente no processo ensino- aprendizagem.
Durante o desenvolvimento das atividades na biblioteca, observou-se uma mudança do tratamento dos professores sobre a biblioteca escolar. A biblioteca passou a ser vista não só como um local para aprender, porque contem informações e conhecimento, ou um lugar só para guardar livros, mas também com prazer. Foi possível verificar a mudança referente aos serviços prestados pelo profissional bibliotecário, onde se destaca o envolvimento deste profissional com o processo pedagógico existente na escola, onde todos podem colaborar.
Houve, portanto, uma conscientização da importância da leitura, pois estas atividades estimulam a criatividade e tornam o aluno um cidadão mais crítico.
REFERÊNCIAS
ARAÚJO, da Silva Duarte Lusmar, Incentivo a Leitura. Disponível em: http://www.escoladventista.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=72&Itemid=80.
DE PAULA, Elaine; De Paula Giovani; Gonçalves José Luiz. A Importância da Leitura na Educação Infantil e Séries Iniciais Como Instrumento de Informação, Aprendizagem e Lazer.
FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas Técnicas para o Trabalho Científico Elaboração, Formatação e Explicitação das Normas da ABNT.14. ed. Porto Alegre: [s.n], 2006.
ANDRADE, de Isaltina Araci; Blattmann Úrsula, ATIVIDADES DE INCENTIVO À LEITURA EM BIBLIOTECAS ESCOLARES
INCENTIVO AO HÁBITO DA LEITURA
Chalina Santana da Silva Nobre*
RESUMO: Este trabalho apresenta elementos do projeto de intervenção que teve como principal objetivo contribuir para o trabalho de reforço escolar com os alunos que foram selecionados por suas professoras com o diagnóstico de dificuldade de aprendizagem em leitura e escrita. Esses alunos reúnem-se na biblioteca com a bibliotecária que se dispõe a realizar esse trabalho com metodologia orientada pedagogicamente pelas professoras que consiste em fazer exercícios de escrita com textos de cartilhas e leitura dos mesmos. Este projeto contribuiu com pesquisa de material didático, liderança de jogos pedagógicos, exibição de vídeos, apresentação de teatro com fantoches e contação de histórias.
PALAVRAS-CHAVES: Leitura, escrita.
1 INTRODUÇÃO
Relata o projeto desenvolvido em 1 biblioteca da escola de ensino fundamental de Porto Velho. Objetivo centrado em desenvolver atividades de incentivo à leitura de forma integrada ao processo de ensino-aprendizagem. A revisão de literatura concentra-se sobre atividades de incentivo a leitura na biblioteca escolar. Apresenta as atividades desenvolvidas com as crianças. Os resultados mostram mudanças do corpo docente referente aos serviços prestados pela biblioteca e reconhecem a importância da biblioteca no incentivo da leitura.
Neste trabalho uma reflexão aos profissionais de educação envolvidos com a tarefa não só de ensinar, mas preparar o indivíduo, sobre a importância da formação de conceitos de leitura para cidadãos participantes e conscientes de sua atuação na sociedade. Por compreender a oportunidade que o ambiente escolar traz, para ensinar a leitura como uma fase formativa do ser humano, que em interação com as demais atividades sociais, cria as diferentes possibilidades de construção e reconstrução de conceitos sobre as coisas do mundo e incentivo ao hábito de leitura aos educandos nessa e em outras instituições de ensino. Considerando, o desenvolvimento dos educandos na leitura e na escrita que se constitui a partir da natureza e da qualidade da relação que o vai se estabelecendo, ao longo do trabalho pedagógico, com o material escrito, seja direta (lendo por si mesmo) ou indiretamente (leitura do outro para si). Nesse sentido, quando pensamos em contribuir na dificuldade desses alunos, ficamos atentos não somente aos eventos de letramento de que o sujeito participa na escola, mas também ao contexto social, político, cultural e afetivo que permeia as relações deles com a leitura e a escrita.
Em todos os discursos sobre o incentivo a leitura, tenho percebido a preocupação do compromisso da escola que é o principal ambiente de estímulo não só físico como nas relações interpessoais para o desenvolvimento desse trabalho.
É nesse contexto de construção de significados e sistemas simbólicos que se encaixam a leitura e a escrita. Na realidade da educação brasileira acredito que há uma distância grande ainda do ideal que muitos escritores e amantes da leitura almejam e do que os pesquisadores e educadores conhecem infelizmente, a perspectiva é que os trabalhos realizados nesse aspecto tragam uma mudança relevante.
“Mas a escola tem a responsabilidade de ensinar a criança a ler e também despertar lhe o gosto pela leitura. Esta é uma tarefa difícil, mas não impossível.” (Lusmar, 2007 P. 01).
Desenvolver um trabalho como este exige compromisso com a educação com vistas a criar um interesse pela leitura no aluno a partir da integração com os livros e da relação interpessoal na escola.
2 DESENVOLVIMENTO
Na fase do diagnóstico verifiquei um trabalho de reforço com leitura e escrita feito na biblioteca programado pela direção e orientado pelas professoras, executado por uma funcionária sem a adequada capacitação acadêmica.
Nesse trabalho de reforço, notei que a maior necessidade era na realização das atividades que se observa uma desatualização na metodologia usada pela docência o que provoca consequentemente um desestímulo nos alunos.
De Paula, De Paula & Silveira (2008, p.01) afirmam:
Na pressa de estar em sintonia com as inovações, a Escola desconsidera os processos formadores de aprendizagem, limitando-se a investir na circulação de imagens e deixando de observar a qualidade dos textos que oferece aos seus alunos como fonte de leitura, promovido no seu espaço. Priorizando a substituição do conhecimento por informação, a Escola se descompassa e, sem formar leitores críticos ou incutir o hábito da leitura, prepara mal o cidadão que escreverá o “texto futuro”, que escreverá e perpetuará a nossa história.
Percebi utilização de repetição de palavras e leitura aleatória sem contextualização isso dispersava a atenção dos alunos. Que sentiam a falta de atividades lúdicas e interessantes que é muito importante nessa fase para o desenvolvimento cognitivo. Foi possível fazer essa observação a partir das orientações da professora dessa disciplina Edna Cordeiro que nos trouxe em cada aula presencial uma reflexão como de Isaac Newton, “Se fui capaz de ver mais longe é porque estava de pé nos ombros de gigante”. Reflexões seguidas por orientações que me capacitou para elaboração desse artigo, assim como em outros trabalhos que somos orientados com muita competência da professora Edna, destacando a postura da pedagogia social que implica a arte da aproximação, nos motivando a discutir sobre situações da realidade social, cultural e afetiva do educando. Discussões que trouxe muitas vezes, conhecimento de ações contrárias ao desenvolvimento educacional conforme a teoria da Educação Brasileira.
Com esta pauta e baseada em várias leituras, determinei os aspectos que devia destacar, com vistas a desenvolver um trabalho aproximado ao da pedagogia social.
Consernente a afirmação de Araci e Úrsula. “A biblioteca infantil ou escolar deveria ter como uma atividade de rotina ler histórias para crianças”.
Organizei-me junto ao trabalho de auxílio no horário de reforço com a contrubuição de atividades de leitura como: contação de história, exibição de vídeo de história infantil, monitoramento de jogos e brincadeiras pedagógicos baseada em pesquisa bibliográfica e artigos acadêmicos. Afirmam em “Constituição do leitor” o grupo acadêmico que o desenvolveu.
O autor do livro também ressalta que para um aprendizado eficaz, o aluno não deve ser reduzido ao estado de objeto, recebendo as palavras prontas e tendo que fazer conteúdos a partir de algo imposto pelo professor. O aluno tem que ser o sujeito de sua alfabetização.
Assim, para que a leitura e a escrita não sejam mecânicas (memorização de signos) é preciso que o aprendizado esteja ligado à tomada de consciência de uma situação real e vivida pelo aluno. É ele que dará sua significação às palavras. A leitura é um tipo de mediação, pois o livro é um instrumento que transmite não só a cultura, mas que também pode, como no caso das histórias infantis, estimular a imaginação da criança e fazer com que ela perceba as maneiras diferentes de se interpretar uma história.
Acredito que o leitor não deve ser considerado objeto e sim ser crítico capaz de formar sua alfabetização a partir do que entendeu da leitura que fez e não só reproduzir signos. Mas dar significados ao que ler e escreve, assim desenvolvendo não somente a capacidade de ler e escrever, mas também de decifrar informações, a escola e o professor são mediadores neste processo.
As atividades foram executadas em parceria com o horário do reforço, com a aplicação de técnicas de incentivo a leitura.
César Souza, autor de "Você é o líder de sua vida", afirma que o papel do líder educador é despertar nos outros o desejo para aprender algo. Não é ensinar. É ajudar os outros a aprender. Assim, cabe ao educador criar um clima de aprendizagem, com comportamentos, hábitos, mecanismos que ajudem os outros a aprender.
Muitas vezes realizamos leitura com produção de texto e também instigamos os alunos a procurarem textos que achassem interessantes, durante a realização, as crianças tiveram a oportunidade de exercitarem-se na descoberta da leitura, interagindo, estimulando a
imaginação e entrando em contato com o livro, desenvolvendo, assim, o gosto pela leitura. Além disso, trabalharam em grupos e brincaram com jogos pedagógicos, todas essas atividades incentivam ao aluno a ser um leitor crítico selecionando suas próprias leituras relacionando-as com seu cotidiano. Mostrando que as orientações da professora não significam imposições mas direcionamentos, para que eles sintam indepedência na busca do conhecimento e respeito quanto ao trabalho docente.
A idéia central dessas atividades estava em levar a criticidade ao aluno através da leitura. A escola deve ajudar a criança a tornar-se leitor dos textos que circulam no social e não limitá-la à leitura de um texto pedagógico, destinado apenas a ensiná-la a ler. As atividades que estimulam o hábito da leitura, o conhecimento dos diferentes tipos de fontes informacionais (livros, revistas, dicionários, entre outras) e a utilização metódica para obtenção de material bibliográfico são fatores que influenciam o aprendizado nos seus diversos momentos da vida, em conseqüência outras atividades como feira de leitura e teatro podem ser organizadas a partir da coleta de informações dos próprios alunos em debates sobre o que leram.
3 CONCLUSÃO
Acredito ter passado a mensagem de que pode-se mostrar a todos os integrantes das escolas, a importância da leitura na formação de um cidadão. Assim sendo, a biblioteca consequentemente deve passar a ser um elo de ligação entre alunos e professores, tornando-se uma importante ferramenta de ensino-aprendizagem. O hábito da leitura deve ser estimulado nos primeiros anos de vida escolar. Porém é impossível negar que a maioria das escolas lamentavelmente ainda não possui infra-estrutura desejável para a conscientização do hábito da leitura, nessa expectativa optar pela postura crítico-educativa implica uma arte da aproximação com o cuidado de manter a relação com um caráter pedagógico.
Na Instituição do projeto mostra uma relevância nesse critério, tendo proporcionado com direção da equipe gestora pedagógica na biblioteca um ambiente agradável e estimulador com o trabalho de reforço em leitura e escrita, na organização da biblioteca que com subsídios como brinquedos pedagógicos e cantinho da leitura contribuem e apóiaram o trabalho docente no processo ensino- aprendizagem.
Durante o desenvolvimento das atividades na biblioteca, observou-se uma mudança do tratamento dos professores sobre a biblioteca escolar. A biblioteca passou a ser vista não só como um local para aprender, porque contem informações e conhecimento, ou um lugar só para guardar livros, mas também com prazer. Foi possível verificar a mudança referente aos serviços prestados pelo profissional bibliotecário, onde se destaca o envolvimento deste profissional com o processo pedagógico existente na escola, onde todos podem colaborar.
Houve, portanto, uma conscientização da importância da leitura, pois estas atividades estimulam a criatividade e tornam o aluno um cidadão mais crítico.
REFERÊNCIAS
ARAÚJO, da Silva Duarte Lusmar, Incentivo a Leitura. Disponível em: http://www.escoladventista.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=72&Itemid=80.
DE PAULA, Elaine; De Paula Giovani; Gonçalves José Luiz. A Importância da Leitura na Educação Infantil e Séries Iniciais Como Instrumento de Informação, Aprendizagem e Lazer.
FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas Técnicas para o Trabalho Científico Elaboração, Formatação e Explicitação das Normas da ABNT.14. ed. Porto Alegre: [s.n], 2006.
ANDRADE, de Isaltina Araci; Blattmann Úrsula, ATIVIDADES DE INCENTIVO À LEITURA EM BIBLIOTECAS ESCOLARES
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
PROJETO DE INTERVENÇÃO
PROJETO DE INTERVENÇÃO
1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO
Escola Municipal de Ensino Fundamental Olavo Pires.
1.1TÍTULO DO PROJETO
Incentivo ao hábito da leitura.
1.2 ENDEREÇO
Rua Andréa,5039 –Bairro Aponiã.
1.3 DIREÇÃO
Alzira Barros
1.4 PERÍODO DE EXECUÇÃO
05/09/2008 a 30/09/2008.
2 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA ACADÊMICA
2.1 INSTITUIÇÃO
Faculdade de Ciências Administrativas e Tecnologia – FATEC-RO.
2.2 Curso: Pedagogia
2.3 Habilitação: 6º período
2.4 Docente: Edna Cordeiro
2.5 Acadêmica: Chalina Santana da Silva Nobre
3 DIAGNÓSTICO
3.1 ASPECTOS: GEOGRÁFICO E FÍSICO
A escola encontra-se no bairro da zona norte na cidade de Porto Velho – RO, é uma área muito urbanizada, no entorno da escola há iluminação pública, asfalto, calçada, na rua Andréa que faz esquina com a Av. Calama onde há um semáforo e também há um campo de futebol nas proximidades.
O prédio não é novo mas está bem conservado é todo murado, com 7 salas de aula que possuem ventiladores e boa iluminação; biblioteca com ar-condicionado, 1 televisão e 2 aparelhos de DVD e amplificador; 1 secretaria que tem ar-condicionado mas está com defeito e também 1ventilador funcionando, 1 computador com impressora, 1 banheiro para os funcionários ; sala da diretoria com 1 ar-condicionado, 1 freezer, 1 geladeira 1 computador e impressora em bom estado de conservação; cozinha com fogão, geladeira e armário; depósito de merenda com 1 freezer; sala de professores com ar-condicionado; banheiros feminino e masculino para os alunos; bebedouro, a maioria está em ótimo estado de conservação e funciona tecnicamente; pátio coberto com mesas de refeitório, vários cartazes com informações e com tabalhos dos alunos.
3.3 ASPECTOS ADMINISTRATIVO, PEDAGÓGICOS E SOCIAIS
O corpo técnico é composto pela diretora, que foi eleita pela comunidade escolar, vice-diretora, supervisoras, orientadores, secretária e auxiliares de secretaria, merendeiras e professores. Os recursos financeiros são administratados pela diretora com a colaboração dos funcionários.
4 JUSTIFICATIVA
Neste trabalho uma reflexão aos profissionais de educação envolvidos com a tarefa não só de ensinar, mas preparar o indivíduo, sobre a importância da formação de conceitos de leitura para cidadãos participantes e conscientes de sua atuação na sociedade. Por compreender a oportunidade que o ambiente escolar traz, para ensinar a leitura como uma fase formativa do ser humano, que em interação com as demais atividades sociais, cria as diferentes possibilidades de construção e reconstrução de conceitos sobre as coisas do mundo e incentivo ao hábito de leitura aos educandos nessa instituição.0
4.1 PRINCIPAIS DEMANDAS DO PROJETO
Alunos do ensino fundamental do turno vespertino.
5 FOCO ESTRATÉGICO
Desenvolver atividades relativas a leitura com alunos do1º e 2º ano do ensino fundamental do turno vespertino.
6 OBJETIVOS
6.1 OBJETIVO GERAL
Realizar atividades de incentivo ao hábito da leitura para alunos do 1º e 2º ano do Ensino Fundamental.
6.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Realizar tarefas de reforço com leitura e escrita com os alunos do 1º e 2º ano do ensino Fundamental.
Executar atividades de leitura, como contações de histórias, produção de textos e debates relacionados a estes.
7 RESULTADOS ESPERADOS
Que os 24 alunos do 1º e 2º ano atendidos por este projeto sintam-se motivados a realizarem as atividades escolares e que desenvolvam as capacidades de leitura e escrita.
8 METODOLOGIA
• Auxílio no horário de reforço;
• Contação de história;
• Apresentação de vídeo de história infantil;
• Monitoramento de jogos e brincadeiras.
9 CRONOGRAMA
DATA AÇÃO RECURSO
11/09 a 17/09/08 Atividades de leitura e escrita -
18/9/08 Exibição de vídeo e teatro com fantoches -
22/09/08 Atividades de leitura e escrita _
23/09/08 Atividade com jogos pedágogicos -
24/09/08 Atividade de leitura -
25/09/08 Brincadeiras pedagógicas -
26/09/08 Atividade de escrita -
29/09/08 Exibiçao de vídeo -
30/09/08 Atividades de reforço com leitura -
REFERÊNCIAS
De Paula Elaine; De Paula Giovani; Gonçalves José Luiz. A Importância da Leitura na Educação Infantil e Séries Iniciais Como Instrumento de Informação, Aprendizagem e Lazer. Disponível em
Furasté, Pedro Augusto. Normas Técnicas para o Trabalho Científico Elaboração, Formatação e Explicitação das Normas da ABNT.14. ed. Porto Alegre: [s.n], 2006.
Pereira Elinéia Silva, Pereira Luana dos Santos, Monografia Leitura: Produção escrita e conhecimento, 372.4/ S 586 i, Porto Velho. 2006 – FATEC -RO.
1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO
Escola Municipal de Ensino Fundamental Olavo Pires.
1.1TÍTULO DO PROJETO
Incentivo ao hábito da leitura.
1.2 ENDEREÇO
Rua Andréa,5039 –Bairro Aponiã.
1.3 DIREÇÃO
Alzira Barros
1.4 PERÍODO DE EXECUÇÃO
05/09/2008 a 30/09/2008.
2 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA ACADÊMICA
2.1 INSTITUIÇÃO
Faculdade de Ciências Administrativas e Tecnologia – FATEC-RO.
2.2 Curso: Pedagogia
2.3 Habilitação: 6º período
2.4 Docente: Edna Cordeiro
2.5 Acadêmica: Chalina Santana da Silva Nobre
3 DIAGNÓSTICO
3.1 ASPECTOS: GEOGRÁFICO E FÍSICO
A escola encontra-se no bairro da zona norte na cidade de Porto Velho – RO, é uma área muito urbanizada, no entorno da escola há iluminação pública, asfalto, calçada, na rua Andréa que faz esquina com a Av. Calama onde há um semáforo e também há um campo de futebol nas proximidades.
O prédio não é novo mas está bem conservado é todo murado, com 7 salas de aula que possuem ventiladores e boa iluminação; biblioteca com ar-condicionado, 1 televisão e 2 aparelhos de DVD e amplificador; 1 secretaria que tem ar-condicionado mas está com defeito e também 1ventilador funcionando, 1 computador com impressora, 1 banheiro para os funcionários ; sala da diretoria com 1 ar-condicionado, 1 freezer, 1 geladeira 1 computador e impressora em bom estado de conservação; cozinha com fogão, geladeira e armário; depósito de merenda com 1 freezer; sala de professores com ar-condicionado; banheiros feminino e masculino para os alunos; bebedouro, a maioria está em ótimo estado de conservação e funciona tecnicamente; pátio coberto com mesas de refeitório, vários cartazes com informações e com tabalhos dos alunos.
3.3 ASPECTOS ADMINISTRATIVO, PEDAGÓGICOS E SOCIAIS
O corpo técnico é composto pela diretora, que foi eleita pela comunidade escolar, vice-diretora, supervisoras, orientadores, secretária e auxiliares de secretaria, merendeiras e professores. Os recursos financeiros são administratados pela diretora com a colaboração dos funcionários.
4 JUSTIFICATIVA
Neste trabalho uma reflexão aos profissionais de educação envolvidos com a tarefa não só de ensinar, mas preparar o indivíduo, sobre a importância da formação de conceitos de leitura para cidadãos participantes e conscientes de sua atuação na sociedade. Por compreender a oportunidade que o ambiente escolar traz, para ensinar a leitura como uma fase formativa do ser humano, que em interação com as demais atividades sociais, cria as diferentes possibilidades de construção e reconstrução de conceitos sobre as coisas do mundo e incentivo ao hábito de leitura aos educandos nessa instituição.0
4.1 PRINCIPAIS DEMANDAS DO PROJETO
Alunos do ensino fundamental do turno vespertino.
5 FOCO ESTRATÉGICO
Desenvolver atividades relativas a leitura com alunos do1º e 2º ano do ensino fundamental do turno vespertino.
6 OBJETIVOS
6.1 OBJETIVO GERAL
Realizar atividades de incentivo ao hábito da leitura para alunos do 1º e 2º ano do Ensino Fundamental.
6.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Realizar tarefas de reforço com leitura e escrita com os alunos do 1º e 2º ano do ensino Fundamental.
Executar atividades de leitura, como contações de histórias, produção de textos e debates relacionados a estes.
7 RESULTADOS ESPERADOS
Que os 24 alunos do 1º e 2º ano atendidos por este projeto sintam-se motivados a realizarem as atividades escolares e que desenvolvam as capacidades de leitura e escrita.
8 METODOLOGIA
• Auxílio no horário de reforço;
• Contação de história;
• Apresentação de vídeo de história infantil;
• Monitoramento de jogos e brincadeiras.
9 CRONOGRAMA
DATA AÇÃO RECURSO
11/09 a 17/09/08 Atividades de leitura e escrita -
18/9/08 Exibição de vídeo e teatro com fantoches -
22/09/08 Atividades de leitura e escrita _
23/09/08 Atividade com jogos pedágogicos -
24/09/08 Atividade de leitura -
25/09/08 Brincadeiras pedagógicas -
26/09/08 Atividade de escrita -
29/09/08 Exibiçao de vídeo -
30/09/08 Atividades de reforço com leitura -
REFERÊNCIAS
De Paula Elaine; De Paula Giovani; Gonçalves José Luiz. A Importância da Leitura na Educação Infantil e Séries Iniciais Como Instrumento de Informação, Aprendizagem e Lazer. Disponível em
Furasté, Pedro Augusto. Normas Técnicas para o Trabalho Científico Elaboração, Formatação e Explicitação das Normas da ABNT.14. ed. Porto Alegre: [s.n], 2006.
Pereira Elinéia Silva, Pereira Luana dos Santos, Monografia Leitura: Produção escrita e conhecimento, 372.4/ S 586 i, Porto Velho. 2006 – FATEC -RO.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
7 saberes necessários -Edgar Morin
Introdução sintética
Morin inicia, dizendo que a educação ensina conhecimentos e saberes. Porém nunca se ensina o que é o conhecimento, onde o seu maior problema é o erro e a ilusão.
Traduzindo que todo conteúdo que é repassado, pode existir um erro na sua reconstrução.
Porque o ensino fragmentado, sem contexto esclarecido, impede a capacidade de aprendizagem.
Morin diz: “Não se pode conhecer as partes sem conhecer o todo, nem conhecer o todo sem conhecer as partes”.
Portanto o indivíduo não pode viver sem interagir, porque faz parte da sociedade e a sociedade somos nós.
E para que isso aconteça é necessário convergir todas as disciplinas conhecidas para a identidade e condição humana.
Porque segundo o autor, a historia tem que ser ensinada pois houve muitas coisas inesperadas e não temos certeza do futuro.
Dentro dessa analise conhecer o nosso planeta e os processos de todas as ordens, econômicas, ideológicas, sociais é difícil e complexo é verdadeiro desafio para o conhecimento.
Mas é importante com toda essa complexidade universal o individuo preparar-se e ter consciência social que o leva a cidadania e a exercer sua responsabilidade.
A ética do gênero humano está se desenvolvendo a partir da união e ao mesmo tempo da fragmentação do planeta, quem sabe ao superarmos esse caos talvez começaremos a civilizar a terra.
Morin inicia, dizendo que a educação ensina conhecimentos e saberes. Porém nunca se ensina o que é o conhecimento, onde o seu maior problema é o erro e a ilusão.
Traduzindo que todo conteúdo que é repassado, pode existir um erro na sua reconstrução.
Porque o ensino fragmentado, sem contexto esclarecido, impede a capacidade de aprendizagem.
Morin diz: “Não se pode conhecer as partes sem conhecer o todo, nem conhecer o todo sem conhecer as partes”.
Portanto o indivíduo não pode viver sem interagir, porque faz parte da sociedade e a sociedade somos nós.
E para que isso aconteça é necessário convergir todas as disciplinas conhecidas para a identidade e condição humana.
Porque segundo o autor, a historia tem que ser ensinada pois houve muitas coisas inesperadas e não temos certeza do futuro.
Dentro dessa analise conhecer o nosso planeta e os processos de todas as ordens, econômicas, ideológicas, sociais é difícil e complexo é verdadeiro desafio para o conhecimento.
Mas é importante com toda essa complexidade universal o individuo preparar-se e ter consciência social que o leva a cidadania e a exercer sua responsabilidade.
A ética do gênero humano está se desenvolvendo a partir da união e ao mesmo tempo da fragmentação do planeta, quem sabe ao superarmos esse caos talvez começaremos a civilizar a terra.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Resenha do 3º cap. de didática - Libâneo
Teoria da instrução e do ensino
¹Chalina Santana Nobre
Elisângela Costa Brizard
O autor aborda, em especial, os vínculos da didática com os fundamentos educacionais. A didática como atividade pedagógica escolar, ou seja, como mediação escolar entre objetivo e conteúdos do ensino. Tem como termos fundamentais, os objetivos sócio-pedagógicos, os conteúdos escolares, os princípios didáticos, os métodos de ensino aprendizagem, as formas organizadas, do ensino, aplicação de técnicas e recursos, controle e avaliação da aprendizagem.
O objetivo de estudo é o processo de ensino que é uma conseqüência de atividade do professor e dos alunos com resultado de assimilação de conhecimentos e habilidades.
O processo didático está relacionado entre ensino e aprendizagem com elementos constitutivos da didática que são os conteúdos das matérias, ação de ensinar, ação de aprender.
Para continuar nossa pesquisa vemos aqui algo sobre tendências pedagógicas no Brasil a tradicional e progressivista.
A tradicional vê a didática como uma disciplina normativa, com regras e procedimentos padrões, centrando a atividade de ensinar no professor e usando a palavra como o principal recurso pedagógico já a progressivista entendida como direção da aprendizagem, o aluno é o sujeito desse processo e o professor deve oferecer condições propícias para estimular o interesse dos alunos, podemos observar que a finalidade de ensino é determinada pelos principais objetivos da atuação docente que deve observar se o desenvolvimento do aluno está de acordo com o resultado esperado.
Para que consiga bons resultados o professor deve ter conhecimento do planejamento escolar que no texto o autor levanta os principais pontos, ajudar o aluno a fazer uma assimilação da educação escolar com o contexto de vida, dominar o conteúdo e fazer uma relação com a vida prática, ter capacidade de dividir a matéria em módulos, conhecer as características sócio-culturais e individuais dos alunos, ter domínio de métodos de ensino (não adianta ter conhecimento de conteúdos sem saber como ensinar) ter conhecimento dos programas oficiais, manter-se bem informado ou atualizado. A direção de ensino e aprendizagem requer outros procedimentos do professor e para a avaliação os procedimentos ainda são outros. O profissional deve exercita o pensamento para descobrir constantemente as relações sociais reais que envolvem sua disciplina e a sua inserção nesta sociedade globalizada, ou seja, o aluno deve entender a associação do que está aprendendo e para que serve no seu cotidiano.
O professor deve estimular o aluno a utilizar o aprendizado escolar na vida pratica assim estimulando o interesse individual.
Fonte: DIDATICA, José Carlos Libâneo, ed. Cortez,1994.
1 Acadêmicas do 4º período de Pedagogia da FATEC-RO.
Porto Velho, 18 de agosto de 2007.
¹Chalina Santana Nobre
Elisângela Costa Brizard
O autor aborda, em especial, os vínculos da didática com os fundamentos educacionais. A didática como atividade pedagógica escolar, ou seja, como mediação escolar entre objetivo e conteúdos do ensino. Tem como termos fundamentais, os objetivos sócio-pedagógicos, os conteúdos escolares, os princípios didáticos, os métodos de ensino aprendizagem, as formas organizadas, do ensino, aplicação de técnicas e recursos, controle e avaliação da aprendizagem.
O objetivo de estudo é o processo de ensino que é uma conseqüência de atividade do professor e dos alunos com resultado de assimilação de conhecimentos e habilidades.
O processo didático está relacionado entre ensino e aprendizagem com elementos constitutivos da didática que são os conteúdos das matérias, ação de ensinar, ação de aprender.
Para continuar nossa pesquisa vemos aqui algo sobre tendências pedagógicas no Brasil a tradicional e progressivista.
A tradicional vê a didática como uma disciplina normativa, com regras e procedimentos padrões, centrando a atividade de ensinar no professor e usando a palavra como o principal recurso pedagógico já a progressivista entendida como direção da aprendizagem, o aluno é o sujeito desse processo e o professor deve oferecer condições propícias para estimular o interesse dos alunos, podemos observar que a finalidade de ensino é determinada pelos principais objetivos da atuação docente que deve observar se o desenvolvimento do aluno está de acordo com o resultado esperado.
Para que consiga bons resultados o professor deve ter conhecimento do planejamento escolar que no texto o autor levanta os principais pontos, ajudar o aluno a fazer uma assimilação da educação escolar com o contexto de vida, dominar o conteúdo e fazer uma relação com a vida prática, ter capacidade de dividir a matéria em módulos, conhecer as características sócio-culturais e individuais dos alunos, ter domínio de métodos de ensino (não adianta ter conhecimento de conteúdos sem saber como ensinar) ter conhecimento dos programas oficiais, manter-se bem informado ou atualizado. A direção de ensino e aprendizagem requer outros procedimentos do professor e para a avaliação os procedimentos ainda são outros. O profissional deve exercita o pensamento para descobrir constantemente as relações sociais reais que envolvem sua disciplina e a sua inserção nesta sociedade globalizada, ou seja, o aluno deve entender a associação do que está aprendendo e para que serve no seu cotidiano.
O professor deve estimular o aluno a utilizar o aprendizado escolar na vida pratica assim estimulando o interesse individual.
Fonte: DIDATICA, José Carlos Libâneo, ed. Cortez,1994.
1 Acadêmicas do 4º período de Pedagogia da FATEC-RO.
Porto Velho, 18 de agosto de 2007.
gestão democrática
Caderno 5: O diretor, o Conselho Escolar e a gestão democrática na escola
Como vimos, a efetivação de uma lógica de gestão democrática é sempre processual e, portanto, permanente vivência e aprendizado. É um processo eminentemente pedagógico, que envolve, entre outros, o conhecimento da legislação, a discussão e a participação nas modalidades de provimento ao cargo de dirigente escolar, a implantação e consolidação de mecanismos de participação, tais como Conselho Escolar.
Em uma unidade escolar, normalmente, o diretor assume o papel de coordenador das atividades gerais da escola e, nesse sentido, assume um conjunto de responsabilidades a serem partilhadas com os diferentes segmentos da escola. Há alguns anos, o diretor centralizava em suas mãos a tomada de decisões e pouco partilhava com as comunidades local e escolar. A complexidade das tarefas de gestão e organização da escola, o avanço teórico-prático da educação e de sua gestão, a democratização das relações escolares e a rediscussão das formas de escolha dos diretores começam a interferir nessa lógica tradicional de gestão. Isso quer dizer que a organização e a gestão da escola passam a ser assunto dos diferentes segmentos que compõem as comunidades local e escolar. Nesse cenário, questões como avaliação educacional, planejamento escolar, calendário, projeto político-pedagógico, eleições, festas e muitas outras atividades e decisões contam com a participação cada vez maior dos pais, dos estudantes, dos professores, dos funcionários, entre outros.
Essas mudanças acarretam a necessidade de se pensar o processo de organização e os mecanismos de participação na escola e, ainda, de estruturar a gestão com a participação de outros membros além do diretor. Nessa direção, algumas escolas passam a ter uma equipe gestora, contando com coordenadores, supervisores, vice-diretor(es), professores etc., que trabalham coletivamente com o diretor, buscando soluções e alternativas para melhorar o funcionamento das escolas.
Mas não é só isso. Muitas escolas têm experimentado o fortalecimento do Conselho Escolar como espaço de decisão e deliberação das questões pedagógicas, administrativas, financeiras e políticas da escola. Ou seja, essas escolas vêem o Conselho Escolar como um grande aliado na luta pelo fortalecimento da unidade escolar e pela democratização das relações escolares.
O processo de democratização da escolha de diretores tem contribuído para se repensar a gestão escolar e o papel do diretor. Há uma tendência crescente de entender o diretor como líder da comunidade e como gestor público da educação e não como mero representante ou preposto de um determinado governo. Refletindo sobre os diretores eleitos, Paro afirma que
parece que o diretor consegue perceber melhor, agora, sua situação contraditória, pelo fato de ser mais cobrado pelos que o elegeram. Esse é um fato novo que não pode ser menosprezado. À sua condição de responsável último pela escola e de preposto do Estado no que tange ao cumprimento da lei e da ordem na instituição escolar, soma-se agora seu novo papel de líder da escola, legitimado democraticamente pelo voto de seus comandados, que exige dele maior apego aos interesses do pessoal escolar e dos usuários, em contraposição ao poder do Estado. Isto serviu para introduzir mudanças na conduta dos diretores eleitos, que passaram a ver com as solicitações de professores, funcionários, estudantes e pais” (PARO, 2001, p. 69).
Esse processo de mudança, que amplia o estabelecimento de ações compartilhadas na escola e fortalece a forma de organização coletiva, com a estrutura de equipe gestora, e a criação e atuação dos Conselhos Escolares têm se mostrado um dos caminhos para se avançar na democratização da gestão escolar. Nessa direção, definir claramente as atribuições e o papel político da equipe gestora e do Conselho Escolar é fundamental. De igual modo, é necessário destacar as atribuições comuns das duas instâncias e suas formas de articulação político-pedagógica.
A esse respeito, Paro (2001, p. 81-82) afirma que,
inteirado o conselho numa política mais ampla da gestão escolar, parece que outra importante questão a ser enfrentada refere-se à necessidade de uma definição mais precisa de suas funções, dotando-o de atribuições e competências que o tornem coresponsável pela direção da escola, sem provocar choque de competências com o diretor [...]. Uma solução que se poderia imaginar para essa questão é a de dotar o conselho de escola de funções diretivas, semelhantes às que tem hoje o diretor. Dessa forma, o responsável último pela escola deixaria de ser o diretor, passando a ser o próprio conselho, em co-responsabilidade com o diretor, que dele também faz parte. A vantagem desse tipo de solução é que o conselho, na condição de entidade coletiva, fica menos vulnerável, podendo tomar medidas mais ousadas, sem que uma pessoa, sozinha, corra o risco de ser punida pelos escalões superiores. Supõese que, assim, o dirigente da escola (o conselho) detenha maior legitimidade e maior força política, posto que representa todos os setores da escola. Seu poder de barganha e sua capacidade de pressão, para reivindicar benefícios para a escola, seriam, também, superiores ao do diretor isolado.
A democratização da gestão por meio do fortalecimento dos mecanismos de participação na escola, em especial do Conselho Escolar, pode-se apresentar como uma alternativa criativa para envolver os diferentes segmentos das comunidades local e escolar nas questões e problemas vivenciados pela escola. Esse processo, certamente, possibilitaria um aprendizado coletivo, cujo resultado poderia ser o fortalecimento da gestão democrática na escola.
Nesse processo, o conhecimento e o redimensionamento da legislação, visando garantir reais possibilidades de participação e organização colegiada, são fundamentais para a garantia da democratização das relações e do poder na unidade escolar. Por outro lado, fortalecer instâncias de participação, como o Conselho Escolar, buscando formas de ampliar a participação ativa de professores, coordenadores, orientadores educacionais, estudantes, funcionários, pais de estudantes e comunidade local é muito importante para a efetivação de um processo de gestão inovador que expresse, a cada dia, as possibilidades de construção de uma nova cultura escolar.
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Como vimos, a efetivação de uma lógica de gestão democrática é sempre processual e, portanto, permanente vivência e aprendizado. É um processo eminentemente pedagógico, que envolve, entre outros, o conhecimento da legislação, a discussão e a participação nas modalidades de provimento ao cargo de dirigente escolar, a implantação e consolidação de mecanismos de participação, tais como Conselho Escolar.
Em uma unidade escolar, normalmente, o diretor assume o papel de coordenador das atividades gerais da escola e, nesse sentido, assume um conjunto de responsabilidades a serem partilhadas com os diferentes segmentos da escola. Há alguns anos, o diretor centralizava em suas mãos a tomada de decisões e pouco partilhava com as comunidades local e escolar. A complexidade das tarefas de gestão e organização da escola, o avanço teórico-prático da educação e de sua gestão, a democratização das relações escolares e a rediscussão das formas de escolha dos diretores começam a interferir nessa lógica tradicional de gestão. Isso quer dizer que a organização e a gestão da escola passam a ser assunto dos diferentes segmentos que compõem as comunidades local e escolar. Nesse cenário, questões como avaliação educacional, planejamento escolar, calendário, projeto político-pedagógico, eleições, festas e muitas outras atividades e decisões contam com a participação cada vez maior dos pais, dos estudantes, dos professores, dos funcionários, entre outros.
Essas mudanças acarretam a necessidade de se pensar o processo de organização e os mecanismos de participação na escola e, ainda, de estruturar a gestão com a participação de outros membros além do diretor. Nessa direção, algumas escolas passam a ter uma equipe gestora, contando com coordenadores, supervisores, vice-diretor(es), professores etc., que trabalham coletivamente com o diretor, buscando soluções e alternativas para melhorar o funcionamento das escolas.
Mas não é só isso. Muitas escolas têm experimentado o fortalecimento do Conselho Escolar como espaço de decisão e deliberação das questões pedagógicas, administrativas, financeiras e políticas da escola. Ou seja, essas escolas vêem o Conselho Escolar como um grande aliado na luta pelo fortalecimento da unidade escolar e pela democratização das relações escolares.
O processo de democratização da escolha de diretores tem contribuído para se repensar a gestão escolar e o papel do diretor. Há uma tendência crescente de entender o diretor como líder da comunidade e como gestor público da educação e não como mero representante ou preposto de um determinado governo. Refletindo sobre os diretores eleitos, Paro afirma que
parece que o diretor consegue perceber melhor, agora, sua situação contraditória, pelo fato de ser mais cobrado pelos que o elegeram. Esse é um fato novo que não pode ser menosprezado. À sua condição de responsável último pela escola e de preposto do Estado no que tange ao cumprimento da lei e da ordem na instituição escolar, soma-se agora seu novo papel de líder da escola, legitimado democraticamente pelo voto de seus comandados, que exige dele maior apego aos interesses do pessoal escolar e dos usuários, em contraposição ao poder do Estado. Isto serviu para introduzir mudanças na conduta dos diretores eleitos, que passaram a ver com as solicitações de professores, funcionários, estudantes e pais” (PARO, 2001, p. 69).
Esse processo de mudança, que amplia o estabelecimento de ações compartilhadas na escola e fortalece a forma de organização coletiva, com a estrutura de equipe gestora, e a criação e atuação dos Conselhos Escolares têm se mostrado um dos caminhos para se avançar na democratização da gestão escolar. Nessa direção, definir claramente as atribuições e o papel político da equipe gestora e do Conselho Escolar é fundamental. De igual modo, é necessário destacar as atribuições comuns das duas instâncias e suas formas de articulação político-pedagógica.
A esse respeito, Paro (2001, p. 81-82) afirma que,
inteirado o conselho numa política mais ampla da gestão escolar, parece que outra importante questão a ser enfrentada refere-se à necessidade de uma definição mais precisa de suas funções, dotando-o de atribuições e competências que o tornem coresponsável pela direção da escola, sem provocar choque de competências com o diretor [...]. Uma solução que se poderia imaginar para essa questão é a de dotar o conselho de escola de funções diretivas, semelhantes às que tem hoje o diretor. Dessa forma, o responsável último pela escola deixaria de ser o diretor, passando a ser o próprio conselho, em co-responsabilidade com o diretor, que dele também faz parte. A vantagem desse tipo de solução é que o conselho, na condição de entidade coletiva, fica menos vulnerável, podendo tomar medidas mais ousadas, sem que uma pessoa, sozinha, corra o risco de ser punida pelos escalões superiores. Supõese que, assim, o dirigente da escola (o conselho) detenha maior legitimidade e maior força política, posto que representa todos os setores da escola. Seu poder de barganha e sua capacidade de pressão, para reivindicar benefícios para a escola, seriam, também, superiores ao do diretor isolado.
A democratização da gestão por meio do fortalecimento dos mecanismos de participação na escola, em especial do Conselho Escolar, pode-se apresentar como uma alternativa criativa para envolver os diferentes segmentos das comunidades local e escolar nas questões e problemas vivenciados pela escola. Esse processo, certamente, possibilitaria um aprendizado coletivo, cujo resultado poderia ser o fortalecimento da gestão democrática na escola.
Nesse processo, o conhecimento e o redimensionamento da legislação, visando garantir reais possibilidades de participação e organização colegiada, são fundamentais para a garantia da democratização das relações e do poder na unidade escolar. Por outro lado, fortalecer instâncias de participação, como o Conselho Escolar, buscando formas de ampliar a participação ativa de professores, coordenadores, orientadores educacionais, estudantes, funcionários, pais de estudantes e comunidade local é muito importante para a efetivação de um processo de gestão inovador que expresse, a cada dia, as possibilidades de construção de uma nova cultura escolar.
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Atributos da liderança
OS 12 MAIORES ATRIBUTOS DA LIDERANÇA
"Liderança" é um tema que vem sendo discutido desde os mais remotos tempos pelo homem. Ser líder, formar líderes, parece ser um desafio constante do homem e das organizações. Aqui vão alguns resultados de pesquisa feitas na Europa com mais de 500 executivos de todos os tipos de industria. Essa pesquisa é muito interessante. Ela mostra coisas simples, objetivas e fornece conselhos úteis para todos nós que desejamos vencer, alcançar o sucesso pessoal e profissional.
Espero que a leitura atenta destas descobertas e seus comentários possam trazer benefícios reais aos leitores.
DISPOSIÇÃO PARA TENTAR O QUE NÃO FOI TENTADO ANTES
Nenhum empregado deseja ser guiado por um administrador a
quem falte coragem e autoconfiança. É o estilo de liderança positiva aquele eu ousa nas tarefas e se vale de oportunidade não tentadas anteriormente.
Um Gerente de Vendas bem sucedido irá às ruas e venderá junto com seus vendedores quando o mercado está difícil ou quando o pessoal de vendas encontrar-se sob extrema pressão. Tal gerente sabe que se arrisca a tornar-se impopular. Contudo, ao liderar pelo exemplo, manterá a motivação da equipe.
AUTO MOTIVAÇÃO
O Gerente que não consegue se auto-motivar não tem a menor chance de ser capaz de motivar os outros.
UMA PERCEPÇÃO AGUDA DO QUE É JUSTO
Esta é uma grande qualidade de um líder eficaz e a fim de ter o respeito da equipe, o gerente deve ser sensível ao que é direito e justo. O estilo de liderança segundo o qual todos são tratados de forma justa e igual sempre cria uma sensação de segurança. Isso é extremamente construtivo e um grande fator de nivelamento.
PLANOS DEFINIDOS
O líder motivado sempre tem objetivos claros e definidos e planejou a realização de seus objetivos. Ele planeja o trabalho e depois trabalha o seu plano coma participação de seus subordinados.
PERSEVERANÇA NAS DECISÕES
O gerente que vacila no processo decisório mostra que não está certo de si mesmo, ao passo que um líder eficaz decide depois de ter feito suficientes considerações preliminares sobre o problema. Ele considera mesmo a possibilidade de a decisão que está sendo tomada vir a se revelar errada.
Muitas pessoas que tomam decisões erram algumas vezes. Entretanto, isto não diminui o respeito que os seguidores têm por elas. Sejamos realistas: um gerente pode tomar decisões certas, mas um líder eficaz decide e mostra sua convicção e crença na decisão ao manter-se fiel a ela, sabendo, no entanto, reconhecer quando erra. Assim, seu pessoal tem força para sustentar aquela decisão junto com o gerente.
O HÁBITO DE FAZER MAIS DO QUE AQUILO PELO QUAL SE É PAGO
Um dos ônus da liderança é a disposição para fazer mais do que é exigido do pessoal. O gerente que chega antes dos empregados e que deixa o serviço depois deles é um exemplo deste atributo de liderança.
UMA PERSONALIDADE POSITIVA
As pessoas respeitam tal qualidade. Ela inspira confiança e também constrói e mantém uma equipe com entusiasmo.
EMPATIA
O líder de sucesso deve possuir a capacidade de colocar-se no lugar de seu pessoal, de ser capaz de ver o mundo pelo lado das outras pessoas. Ele não precisa concordar com essa visão, mas deve ser capaz de entender como as pessoas se sentem e compreender seus pontos de vista.
DOMÍNIO DOS DETALHES
O líder bem sucedido entende e executa cada detalhe do seu trabalho e, é evidente, dispõe de conhecimento e habilidade para dominar as responsabilidades inerentes à sua posição.
DISPOSIÇÃO PARA ASSUMIR PLENA RESPONSABILIDADE
Outros ônus da liderança é assumir responsabilidade pelos erros de seus seguidores. Caso um subalterno cometa um erro, talvez por incompetência, o líder deve considerar que foi ele quem falhou. Se o líder tentar mudar a direção dessa responsabilidade, não continuará liderando e dará insegurança a seus seguidores. O clichê do líder é: "A
responsabilidade é minha".
DUPLICAÇÃO
O líder de sucesso está sempre procurando maneiras de espelhar suas habilidades em outras pessoas. Dessa forma ele faz os outros evoluírem e é capaz de "estar em muitos lugares diferentes ao mesmo tempo".
Talvez este seja um dos maiores atributos de um líder: ser capaz de desenvolver outros lideres. Pode-se julgar um líder pelo número de pessoas em que ele refletiu os seus talentos e fez evoluir.
UMA PROFUNDA CRENÇA EM SEUS PRINCÍPIOS
A expressão "A menos que batalhemos por alguma causa, nos deixaremos levar por qualquer causa" resume bem a importância de ter-se uma causa pela qual valha a pena viver e trabalhar. Nada cuja aquisição tenha valor é muito fácil. O líder de sucesso tem a determinação de atingir objetivos não importando os obstáculos que surjam pelo caminho. Ele acredita no que está fazendo com a determinação de batalhar por sua realização.
Minha sugestão é a de que você leia uma, duas ou três vezes cada um desses atributos e medite cada um deles à luz de sua própria realidade como um profissional que tem a função de gerenciar, comandar, liderar pessoas. Detenha-se sobre cada um dos atributos e dê a você mesmo uma nota de zero a 10 em cada um deles, fazendo um propósito de auto–aperfeiçoamento. Repita essa auto-avaliação semanalmente
"Liderança" é um tema que vem sendo discutido desde os mais remotos tempos pelo homem. Ser líder, formar líderes, parece ser um desafio constante do homem e das organizações. Aqui vão alguns resultados de pesquisa feitas na Europa com mais de 500 executivos de todos os tipos de industria. Essa pesquisa é muito interessante. Ela mostra coisas simples, objetivas e fornece conselhos úteis para todos nós que desejamos vencer, alcançar o sucesso pessoal e profissional.
Espero que a leitura atenta destas descobertas e seus comentários possam trazer benefícios reais aos leitores.
DISPOSIÇÃO PARA TENTAR O QUE NÃO FOI TENTADO ANTES
Nenhum empregado deseja ser guiado por um administrador a
quem falte coragem e autoconfiança. É o estilo de liderança positiva aquele eu ousa nas tarefas e se vale de oportunidade não tentadas anteriormente.
Um Gerente de Vendas bem sucedido irá às ruas e venderá junto com seus vendedores quando o mercado está difícil ou quando o pessoal de vendas encontrar-se sob extrema pressão. Tal gerente sabe que se arrisca a tornar-se impopular. Contudo, ao liderar pelo exemplo, manterá a motivação da equipe.
AUTO MOTIVAÇÃO
O Gerente que não consegue se auto-motivar não tem a menor chance de ser capaz de motivar os outros.
UMA PERCEPÇÃO AGUDA DO QUE É JUSTO
Esta é uma grande qualidade de um líder eficaz e a fim de ter o respeito da equipe, o gerente deve ser sensível ao que é direito e justo. O estilo de liderança segundo o qual todos são tratados de forma justa e igual sempre cria uma sensação de segurança. Isso é extremamente construtivo e um grande fator de nivelamento.
PLANOS DEFINIDOS
O líder motivado sempre tem objetivos claros e definidos e planejou a realização de seus objetivos. Ele planeja o trabalho e depois trabalha o seu plano coma participação de seus subordinados.
PERSEVERANÇA NAS DECISÕES
O gerente que vacila no processo decisório mostra que não está certo de si mesmo, ao passo que um líder eficaz decide depois de ter feito suficientes considerações preliminares sobre o problema. Ele considera mesmo a possibilidade de a decisão que está sendo tomada vir a se revelar errada.
Muitas pessoas que tomam decisões erram algumas vezes. Entretanto, isto não diminui o respeito que os seguidores têm por elas. Sejamos realistas: um gerente pode tomar decisões certas, mas um líder eficaz decide e mostra sua convicção e crença na decisão ao manter-se fiel a ela, sabendo, no entanto, reconhecer quando erra. Assim, seu pessoal tem força para sustentar aquela decisão junto com o gerente.
O HÁBITO DE FAZER MAIS DO QUE AQUILO PELO QUAL SE É PAGO
Um dos ônus da liderança é a disposição para fazer mais do que é exigido do pessoal. O gerente que chega antes dos empregados e que deixa o serviço depois deles é um exemplo deste atributo de liderança.
UMA PERSONALIDADE POSITIVA
As pessoas respeitam tal qualidade. Ela inspira confiança e também constrói e mantém uma equipe com entusiasmo.
EMPATIA
O líder de sucesso deve possuir a capacidade de colocar-se no lugar de seu pessoal, de ser capaz de ver o mundo pelo lado das outras pessoas. Ele não precisa concordar com essa visão, mas deve ser capaz de entender como as pessoas se sentem e compreender seus pontos de vista.
DOMÍNIO DOS DETALHES
O líder bem sucedido entende e executa cada detalhe do seu trabalho e, é evidente, dispõe de conhecimento e habilidade para dominar as responsabilidades inerentes à sua posição.
DISPOSIÇÃO PARA ASSUMIR PLENA RESPONSABILIDADE
Outros ônus da liderança é assumir responsabilidade pelos erros de seus seguidores. Caso um subalterno cometa um erro, talvez por incompetência, o líder deve considerar que foi ele quem falhou. Se o líder tentar mudar a direção dessa responsabilidade, não continuará liderando e dará insegurança a seus seguidores. O clichê do líder é: "A
responsabilidade é minha".
DUPLICAÇÃO
O líder de sucesso está sempre procurando maneiras de espelhar suas habilidades em outras pessoas. Dessa forma ele faz os outros evoluírem e é capaz de "estar em muitos lugares diferentes ao mesmo tempo".
Talvez este seja um dos maiores atributos de um líder: ser capaz de desenvolver outros lideres. Pode-se julgar um líder pelo número de pessoas em que ele refletiu os seus talentos e fez evoluir.
UMA PROFUNDA CRENÇA EM SEUS PRINCÍPIOS
A expressão "A menos que batalhemos por alguma causa, nos deixaremos levar por qualquer causa" resume bem a importância de ter-se uma causa pela qual valha a pena viver e trabalhar. Nada cuja aquisição tenha valor é muito fácil. O líder de sucesso tem a determinação de atingir objetivos não importando os obstáculos que surjam pelo caminho. Ele acredita no que está fazendo com a determinação de batalhar por sua realização.
Minha sugestão é a de que você leia uma, duas ou três vezes cada um desses atributos e medite cada um deles à luz de sua própria realidade como um profissional que tem a função de gerenciar, comandar, liderar pessoas. Detenha-se sobre cada um dos atributos e dê a você mesmo uma nota de zero a 10 em cada um deles, fazendo um propósito de auto–aperfeiçoamento. Repita essa auto-avaliação semanalmente
Resenha do filme sociedade dos poetas mortos
Sociedade dos poetas mortos
Chalina Santana da Silva Nobre
4º período H de Pedagogia
Fala sobre uma escola tradicional que em seu sistema parece muito com o regime militar que sabemos na época havia uma hierarquia que não devia se desobedecida, até na escola havia punição física para os desobedientes, com o consentimento dos pais e da sociedade. O livre pensar era proibido. Ela formava para que com o intuito de que seus formandos entrassem nas melhores universidades, ou seja, seus métodos ultrapassados baseavam-se em repetições como exemplo uma cena que em uma solenidade repetem o que chamam de 4 pilares da escola – Disciplina tradição, honra, excelência isso era o que tinham como base, assim formando repetidores e não pensadores.
Os estudantes eram coagidos e aceitavam tudo. Até mesmo porque seus pais assim o queriam. Ainda diziam que era o melhor para eles.
Sem perguntar se é isso era o que queriam. Até que com a saída de um professor chega o professor Keating ex-aluno dessa mesma escola, que na juventude fazia parte de um grupo de rapazes que se encontravam às escondidas para expor sua criatividade e se divertirem esse grupo se intitulava A Sociedade dos Poetas Mortos, que alguns alunos ao conhecerem essa historia resolvem fazer o mesmo, o professor inovou suas aulas com irreverência e animação conquistando-os e valorizando a criatividade de cada um, influenciando-os a pensarem por si mesmos. Toma uma atitude corajosa, foge dos padrões. Os faz criar e entender o mundo. Com isso passam a seguir suas vocações e não a imposição de seus pais. Ruim o momento em que um aluno ao enfrentar seu pai vai à busca do seu sonho e diante da severidade de seu pai e não encontrando outra solução suicida-se.
A escola pressionada pela sociedade, depois de observar o comportamento dos alunos, decide por a culpa no professor Keating. Mas ele não ficou sozinho, seus alunos entenderam sua posição e não se deixaram levar pela opressão e se uniram ponto em prática o que aprenderam com ele.
O filme detalha a ditadura com precisão, e o comportamento dos docentes em relação a isso é considerável uma vez que são apenas repetidores de conteúdos. Sem em nenhum momento vermos atitude de oposição a não ser com a chegada do professor keating que apesar de ter sido aluno daquela escola, escolhe fazer diferente, utilizando seu conhecimento para modificar a nova geração, acreditando ser uma chance para eles de serem diferentes do que lhes impõem a sociedade.
Com esse filme fica fácil entender o quanto é importante o papel do professor, que como educador deve estimular a formação de cidadãos, críticos, criativos, responsáveis e pensadores para que no futuro, tenhamos uma sociedade com mais igualdade.
Que saibam distinguir o certo e o errado se livrando de problemas que muitas vezes dependem disso.
Nesse tempo onde a tecnologia faz parte das nossas vidas como a internet, por exemplo, o perigo de que valores morais sejam deturpados é grande e o dever do educador é ajudá-los a distingui-los.
Chalina Santana da Silva Nobre
4º período H de Pedagogia
Fala sobre uma escola tradicional que em seu sistema parece muito com o regime militar que sabemos na época havia uma hierarquia que não devia se desobedecida, até na escola havia punição física para os desobedientes, com o consentimento dos pais e da sociedade. O livre pensar era proibido. Ela formava para que com o intuito de que seus formandos entrassem nas melhores universidades, ou seja, seus métodos ultrapassados baseavam-se em repetições como exemplo uma cena que em uma solenidade repetem o que chamam de 4 pilares da escola – Disciplina tradição, honra, excelência isso era o que tinham como base, assim formando repetidores e não pensadores.
Os estudantes eram coagidos e aceitavam tudo. Até mesmo porque seus pais assim o queriam. Ainda diziam que era o melhor para eles.
Sem perguntar se é isso era o que queriam. Até que com a saída de um professor chega o professor Keating ex-aluno dessa mesma escola, que na juventude fazia parte de um grupo de rapazes que se encontravam às escondidas para expor sua criatividade e se divertirem esse grupo se intitulava A Sociedade dos Poetas Mortos, que alguns alunos ao conhecerem essa historia resolvem fazer o mesmo, o professor inovou suas aulas com irreverência e animação conquistando-os e valorizando a criatividade de cada um, influenciando-os a pensarem por si mesmos. Toma uma atitude corajosa, foge dos padrões. Os faz criar e entender o mundo. Com isso passam a seguir suas vocações e não a imposição de seus pais. Ruim o momento em que um aluno ao enfrentar seu pai vai à busca do seu sonho e diante da severidade de seu pai e não encontrando outra solução suicida-se.
A escola pressionada pela sociedade, depois de observar o comportamento dos alunos, decide por a culpa no professor Keating. Mas ele não ficou sozinho, seus alunos entenderam sua posição e não se deixaram levar pela opressão e se uniram ponto em prática o que aprenderam com ele.
O filme detalha a ditadura com precisão, e o comportamento dos docentes em relação a isso é considerável uma vez que são apenas repetidores de conteúdos. Sem em nenhum momento vermos atitude de oposição a não ser com a chegada do professor keating que apesar de ter sido aluno daquela escola, escolhe fazer diferente, utilizando seu conhecimento para modificar a nova geração, acreditando ser uma chance para eles de serem diferentes do que lhes impõem a sociedade.
Com esse filme fica fácil entender o quanto é importante o papel do professor, que como educador deve estimular a formação de cidadãos, críticos, criativos, responsáveis e pensadores para que no futuro, tenhamos uma sociedade com mais igualdade.
Que saibam distinguir o certo e o errado se livrando de problemas que muitas vezes dependem disso.
Nesse tempo onde a tecnologia faz parte das nossas vidas como a internet, por exemplo, o perigo de que valores morais sejam deturpados é grande e o dever do educador é ajudá-los a distingui-los.
Liderança docente
VOCÊ É LIDER DE SUA VIDA
César Souza, autor de "Você é o líder de sua vida", agora também lançado em Portugal, responde exclusivamente para o Portal NetEducação, sobre como aplicar sua teoria e prática para os professores. Leia e envie um e-mail para ele com a sua posição e seus comentários, através do Portal NetEducação.
Entrevista
Nas escolas, um dos maiores desafios dos educadores é aguçar a curiosidade dos jovens e despertar o interesse e a motivação para continuar aprendendo. Se a motivação para o verdadeiro líder encontra-se dentro dele mesmo, como trabalhar externamente para que o seu motivo desperte interiormente?
RESPOSTA: O papel do líder educador é despertar nos outros o desejo para aprender algo. Não é ensinar. É ajudar os outros a aprender. Assim, cabe ao educador criar um clima de aprendizagem, com comportamentos, hábitos, mecanismos que ajudem os outros a aprender. Uma vez um mestre de obras de uma empresa de construção me disse que ¿aprendizagem se dá por sucção!¿ ou seja, os alunos têm de ter o desejo de aprender, de fazer sucção. O papel do líder educador é criar essas condições. O verdadeiro líder forma outros lideres e não apenas seguidores. Assim sendo, precisa despertar curiosidade, iniciativa, capacidade de perguntar, criatividade, capacidade de enfrentar riscos. Tudo isso em vez do papel tradicional onde professores desejam muitas vezes formar alunos obedientes que saibam dar respostas em vez de formular perguntas.
Atualmente nas escolas é defendido o trabalho cooperativo ao invés do trabalho competitivo. Nas empresas acontece a formação de grupos de trabalho numa perspectiva de cooperação, mas o que regula o mercado é a concorrência, ou seja, a competição. Trazendo para a ambiência escolar, como delimitar a tênue linha que separa o grupo (que coopera) da equipe (que compete)?
RESPOSTA: A melhor forma de competir é cooperar. Ou seja para sermos competitivos temos de saber montar e operar parcerias com fornecedores, com comunidades, com outros departamentos da empresa e em alguns casos com concorrentes pois as vezes consórcios e joint ventures são necessários. A melhor forma de competir, é cooperar!. A Palavra chave não existe: COO-PETIÇÃO
A liderança exercida em tempo integral não restringe a visão de mundo da pessoa que a exerce? Para ser um bom líder não é preciso também ter sido liderado em algum momento? Ou até, no momento em que se liderar?
RESPOSTA: Não . Liderança Integral não significa liderar o tempo todo. Significa ser coerente nas diversas dimensões da vida. Ser líder no trabalho e ter os mesmos princípios em casa e na comunidade. Não ser incoerente, ou seja, apregoar coisas quando está engravatado no escritório e cometer deslizes em casa com filhos, ou com a namorada depois. Esse o sentido de Líder Integral. Claro que o bom líder sabe ser liderado e mesmo quando lidera abre espaço para a liderança dos outros. O Líder Integral sabe também ser liderado pelos outros em casa, no escritório e na comunidade
Como avaliar do ponto de vista pessoal, se a liderança exercida, de fato desperta a vontade dos outros de serem líderes ou apenas referenda um discurso politicamente correto frente a esse líder?
RESPOSTA: Difícil essa resposta. Mas o verdadeiro líder sabe distinguir quando sua equipe é sincera ou quando está apenas jogando para a platéia. Quando o líder dá o melhor de si e é sincero, sua equipe tende a dar o melhor de si e as pessoas tendem a ser sinceras. Quando o líder joga para a platéia, as pessoas percebem e fazem o jogo de fingimento. A chave está em como líder se posiciona frente a sua equipe. Equipes são espelho, são reflexos de seus líderes.
Qual é o principal valor humano que norteia as ações de um líder?
RESPOSTA: São 3 valores chave: Integridade, integridade e Integridade!
César Souza, autor de "Você é o líder de sua vida", agora também lançado em Portugal, responde exclusivamente para o Portal NetEducação, sobre como aplicar sua teoria e prática para os professores. Leia e envie um e-mail para ele com a sua posição e seus comentários, através do Portal NetEducação.
Entrevista
Nas escolas, um dos maiores desafios dos educadores é aguçar a curiosidade dos jovens e despertar o interesse e a motivação para continuar aprendendo. Se a motivação para o verdadeiro líder encontra-se dentro dele mesmo, como trabalhar externamente para que o seu motivo desperte interiormente?
RESPOSTA: O papel do líder educador é despertar nos outros o desejo para aprender algo. Não é ensinar. É ajudar os outros a aprender. Assim, cabe ao educador criar um clima de aprendizagem, com comportamentos, hábitos, mecanismos que ajudem os outros a aprender. Uma vez um mestre de obras de uma empresa de construção me disse que ¿aprendizagem se dá por sucção!¿ ou seja, os alunos têm de ter o desejo de aprender, de fazer sucção. O papel do líder educador é criar essas condições. O verdadeiro líder forma outros lideres e não apenas seguidores. Assim sendo, precisa despertar curiosidade, iniciativa, capacidade de perguntar, criatividade, capacidade de enfrentar riscos. Tudo isso em vez do papel tradicional onde professores desejam muitas vezes formar alunos obedientes que saibam dar respostas em vez de formular perguntas.
Atualmente nas escolas é defendido o trabalho cooperativo ao invés do trabalho competitivo. Nas empresas acontece a formação de grupos de trabalho numa perspectiva de cooperação, mas o que regula o mercado é a concorrência, ou seja, a competição. Trazendo para a ambiência escolar, como delimitar a tênue linha que separa o grupo (que coopera) da equipe (que compete)?
RESPOSTA: A melhor forma de competir é cooperar. Ou seja para sermos competitivos temos de saber montar e operar parcerias com fornecedores, com comunidades, com outros departamentos da empresa e em alguns casos com concorrentes pois as vezes consórcios e joint ventures são necessários. A melhor forma de competir, é cooperar!. A Palavra chave não existe: COO-PETIÇÃO
A liderança exercida em tempo integral não restringe a visão de mundo da pessoa que a exerce? Para ser um bom líder não é preciso também ter sido liderado em algum momento? Ou até, no momento em que se liderar?
RESPOSTA: Não . Liderança Integral não significa liderar o tempo todo. Significa ser coerente nas diversas dimensões da vida. Ser líder no trabalho e ter os mesmos princípios em casa e na comunidade. Não ser incoerente, ou seja, apregoar coisas quando está engravatado no escritório e cometer deslizes em casa com filhos, ou com a namorada depois. Esse o sentido de Líder Integral. Claro que o bom líder sabe ser liderado e mesmo quando lidera abre espaço para a liderança dos outros. O Líder Integral sabe também ser liderado pelos outros em casa, no escritório e na comunidade
Como avaliar do ponto de vista pessoal, se a liderança exercida, de fato desperta a vontade dos outros de serem líderes ou apenas referenda um discurso politicamente correto frente a esse líder?
RESPOSTA: Difícil essa resposta. Mas o verdadeiro líder sabe distinguir quando sua equipe é sincera ou quando está apenas jogando para a platéia. Quando o líder dá o melhor de si e é sincero, sua equipe tende a dar o melhor de si e as pessoas tendem a ser sinceras. Quando o líder joga para a platéia, as pessoas percebem e fazem o jogo de fingimento. A chave está em como líder se posiciona frente a sua equipe. Equipes são espelho, são reflexos de seus líderes.
Qual é o principal valor humano que norteia as ações de um líder?
RESPOSTA: São 3 valores chave: Integridade, integridade e Integridade!
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